Gravidez na adolescência

Saúde dos Jovens e Adolescentes

A gravidez na adolescência tem no Brasil uma das mais altas incidências do mundo

A maior parte das gestações neste faixa etária não foi planejada ou é indesejada. De acordo como relatório divulgado pelo UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas, vários casos de gravidez na adolescência decorrem de abusos na infância e violência sexual, ou são resultados de uniões conjugais precoces, geralmente com homens mais velhos. 

Riscos e desafios da gravidez na adolescência

A adolescência, período que compreende as idades entre os 10 e 19 anos, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, é um estágio da vida em que o corpo passa por inúmeras transições, sejam elas hormonais, psicológicas e anatômicas.

“Especialistas afirmam que danos vão desde a saúde mental da gestante, à nutrição da jovem e do feto, e inserção no mercado de trabalho no futuro”.

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De acordo com a pediatra Evelyn Eisenstein, membro do Departamento Científico de Adolescência da SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria, as jovens passam por situações de vulnerabilidade quanto à saúde mental e emocional para adolescentes abaixo dos 15 anos. 

A situação fica ainda mais complicada, pois as adolescentes que estão em fase de crescimento, podem ter deficiência nutricional durante a gestação, já que competem com o feto pelo aproveitamento dos nutrientes ingeridos.

Evelyn ressalta que há possibilidade de desenvolver casos graves de anemia, diabetes gestacional, pré-eclampsia – hipertensão durante a gravidez. Entre outros problemas que esse contato sexual, que pode ou não resultar uma gestação, existe a possibilidade de infecção por IST’s – Infecções Sexualmente Transmissíveis.

Segundo a ginecologista Ana Carolina Pereira, membro da FEBRASGO – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, o útero dessa adolescente ainda não está completamente formado até os 18 anos de idade, não estando totalmente maduro para receber um embrião.

Um dos principais problemas apontados por ambas as especialistas é o apoio que essa jovem receberá, tanto de sua família, quanto do pai da criança. 

“É importante lembrar que aquela adolescente não engravidou sozinha. Ela foi engravidada. A gravidez na adolescência deve ser prevenida também por parte do garoto nessa idade, ou pelo homem mais velho que engravidou essa menina”, afirma Evelyn.

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No Rio de Janeiro, o Dossiê Mulher registra que quase 7 em cada 10 casos de violência sexual ocorreram dentro de casa, em grande parte cometidos por pessoas de confiança. Em declaração para o G1 que divulgou os dados da pesquisa, Major Cláudia, organizadora do documento, declarou:

“Se mais de 60% dos casos acontecem dentro de casa e no círculo de amigos e vizinhos, parentes, pais, padrastos, isso torna essa comunicação do crime mais difícil. A gente tem casos de abusos de crianças que sequer falam, de bebês, com laudos periciais que comprovam estupro”, disse Major Cláudia.

De acordo, com o artigo 217 do Decreto de Lei 2848/40 do Código Penal Brasileiro, a relação sexual com menores de 14 anos é considerada como estupro de vulnerável, com pena de reclusão de oito a 15 anos. Vulnerável é qualquer pessoa em situação de fragilidade ou perigo. 

A lei não se refere  à capacidade para consentir ou à maturidade sexual da vítima, mas ao fato de se encontrar em situação de maior fraqueza moral, social, cultural, fisiológica ou biológica. São vulneráveis os menores de 18 anos, mesmo que tenham maturidade prematura.

A vulnerabilidade é um conceito novo muito mais abrangente, que leva em conta a necessidade de proteção do Estado em relação a certas pessoas ou situações. 

Incluem-se no rol de vulnerabilidade casos de doença mental, embriaguez, hipnose, enfermidade, idade avançada, pouca ou nenhuma mobilidade de membros, perda momentânea de consciência, deficiência intelectual, má formação cultural, miserabilidade social, sujeição a situação de guarda, tutela ou curatela, temor reverencial, enfim, qualquer caso de evidente fragilidade.

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Gravidez na adolescência e o abandono escolar

Ao engravidarem, voluntaria ou involuntariamente, essas adolescentes desistem dos seus projetos de vida. Na gravidez precoce, há uma exclusão dessa jovem, que deixa os estudos e apresenta grande dificuldade de inserção social e no mercado de trabalho, resultando um desequilíbrio socioeconômico na vida dessas jovens.

“Estima-se que cerca de 58% dessas meninas brasileiras com filhos não trabalham e não estudam”.

Os estudos do UNFPA mostram ainda a relação entre a gravidez na adolescência e o ciclo de perpetuação da pobreza, desigualdade e exclusão social. Afinal, ainda é maior a incidência de mães adolescentes nas camadas menos favorecidas economicamente do país.

“Uma menina que vê seus projetos de vida comuns à idade como brincar, namorar, estudar ou pensar no futuro interrompidos pela maternidade, entra em desvantagem no ciclo de desenvolvimento pessoal”, completa a psicóloga terapeuta de família Helena Monteiro.

Mesmo em camadas mais pobre da população, o acesso a meios de informação está presente. O que aumentaria a probabilidade a gestação prematura destas meninas é o comportamento de risco, inerente à fase da adolescência.

“É impossível dissociar a gravidez na adolescência da descoberta da sexualidade”, ressalta o Dr. Paulo Nassar, coordenador do centro de diagnóstico da maternidade Perinatal Barra.

Para a psicóloga especializada em atendimento a crianças e adolescentes, não há uma única causa principal para a gravidez na adolescência, mas uma somatória de fatores. A capacidade do adolescente de se considerar sábio de todos os assuntos e achar que as informações vindas de adultos e de instituições são irrelevantes é um destes fatores.

“Eles (os adolescentes) são imediatistas, usufruindo de prazeres sem pensar nas consequências e ainda nos dias de hoje,
considerarem-se blindados, como se a gravidez só ocorresse em populações diferentes da sua”, reforça a psicóloga Viviane Rossi.

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Os problemas clínicos da gravidez na adolescência

Não somente problemas de ordem emocional ou social podem ser gerados pela gestação precoce. Do ponto de vista clínico-patológico, há mais riscos para a gestante ou feto na gravidez entre adolescentes do que entre adultas.

Segundo o Dr. Paulo Nassar, existem trabalhos associando a gravidez na adolescência a várias situações clínicas de risco na gestação. Entre os problemas clínicos-patológicos da gravidez em mulheres antes dos 20 anos destacam-se:

  • doenças hipertensivas na gestação (como pré-eclâmpsia);
  • aumento do risco de parto prematuro;
  • anemia gestacional;
  • Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs);
  • baixo peso do feto ao nascer.

O risco de óbito materno em adolescentes de 10 a 19 anos, que em alguns lugares do mundo chegam ao dobro da incidência quando a gravidez é em mulher adulta.

“No Brasil, uma parte dessa mortalidade se justifica pelas tentativas de interrupção da gestação em um ambiente inseguro, uma vez que o abortamento não é garantido por lei no Brasil”, declara o Dr. Nassar.

Referências:
Minha experiência de vida, a revista da mulher e R7.

Maternidade com mais de 40 anos

Saúde da Mulher

Aumenta o número de mulheres que optam pela maternidade com mais de 40 anos

O número de mulheres que iniciam famílias na faixa dos 40 anos ou mais está aumentando, enquanto o número de pessoas com 20 e 30 anos diminui. No Reino Unido, a taxa de gravidez está caindo para todos os grupos etários, exceto para os acima de 40 anos. 

Em 2016, a taxa de concepção entre as mulheres de 40 anos ou mais cresceu 2% em relação ao ano anterior e mais do que dobrou nos 25 anos anteriores.

Os padrões de nascimento são os mesmos nos EUA, onde em 2017 a taxa de natalidade foi a mais baixa em 30 anos , mas ainda assim aumentou para as mulheres com mais de 40 anos, que estão tendo mais filhos do que nunca.

Maternidade com mais de 40 anos e os desafios de cuidar de duas gerações

Começar uma família depois dos 40 anos traz um conjunto único de oportunidades e desafios.

Bhavna Thakur, de 43 anos, que tem uma filha de um ano, entende como é ser a “mãe mais velha do parque infantil”.

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Após o nascimento de seu filho, Thakur retornou ao seu emprego em tempo integral em Mumbai, onde trabalha para uma empresa de investimentos como diretora administrativa. Ela descobriu que ter um filho na casa dos 40 significava que ela tinha tempo para chegar a uma posição sênior.

“Como sou diretora, posso ser dona do meu próprio tempo, ao passo que, se eu fosse subordinada, haveria outra pessoa ditando onde eu deveria estar e quando. Tive muita flexibilidade para ir para casa cedo e trabalhar em casa quando preciso.

Embora ela tenha achado desafiador não poder viajar tanto, ela tem um gerente compreensivo.

“Meu chefe me disse: Este é um jogo de 10 anos, não é uma maratona, você vai voltar a fazer o que pode fazer’”.

Ela encontrou uma luta diferente e inesperada como uma mãe da geração X. 

“É difícil, diz ela, equilibrar as três obrigações mais intensivas em sua vida: cuidar de duas gerações de família e cultivar uma carreira”.

“Porque somos pais velhos, nossos pais agora são bem velhos. Eles têm doenças e problemas e precisam cuidar também ”, diz ela. “Meus pais moram em Delhi, e eu não posso ir e passar tanto tempo quanto gostaria porque tenho uma criança pequena para cuidar. Estou dividida entre minha mãe e minha filha e, no momento, minha filha é mais dependente de mim.”.

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Bhavna Thakur, de 43 anos, que tem uma filha de um ano, entende como é ser a “mãe mais velha do parque infantil”.

A luta de Thakur é indicativa de um ato de malabarismo mundial mais amplo. Muitas mulheres que começam famílias em seus 40 anos em todo o mundo encontram-se na situação de cuidar de duas gerações de uma só vez.

Algumas empresas na Nova Zelândia e no Reino Unido estão testando medidas inovadoras. Como a semana de trabalho de quatro dias com pagamento em tempo integral, que têm o potencial de tornar a vida doméstica e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional mais sustentáveis. Embora alguns tenham se mostrado bem-sucedidos, esses programas são a exceção e estão longe de se tornar a norma.

Em geral, a decisão da mãe de retornar ao trabalho após o parto é difícil, com muitas considerações especialmente financeiras. O Reino Unido tem a guarda de crianças mais cara do mundo, ao contrário da Suécia, onde é fortemente subsidiada . Estes custos têm implicações para qualquer mãe de primeira viagem, independentemente da idade.

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“Cuidar de crianças é mais pertinente para mães mais velhas, porque tende a ser que nossa família seja mais velha também. Minha mãe ajudou muito, mas quando eu tinha meus filhos, ela já estava na casa dos 70 anos. Se eu tivesse meus filhos na casa dos 20 anos, meu marido e eu provavelmente poderíamos ter confiado menos na assistência infantil formal paga, disse Glancy-Potter, depois de ter gêmeos”.

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Há pouco ou nenhum apoio formal dos programas estaduais para garantir que mães como Glancy-Potter possam pagar por creches e voltem a trabalhar novamente. 

Mas medidas que tornem mais fácil para a crescente população de mães da Geração X continuar trabalhando beneficiarão a economia, diz Myra Strober, professora emérita de educação e economia na Escola de Pós-Graduação em Educação e Pós-Graduação em Administração de Stanford

“As mães, em particular, optarem por sacrificar sua carreira, sua incapacidade de continuar trabalhando tem um impacto maior sobre a renda nacional do que se os trabalhadores mais jovens e menos experientes, com salários mais baixos, deixarem a força de trabalho”.

“Mulheres com 40 anos ou mais, geralmente são mais instruídas, têm posições de maior responsabilidade e renda mais alta do que as mulheres mais jovens. Certificar-se de que mulheres experientes na faixa dos quarenta anos possam retornar ao trabalho e continuar a ser produtivas na força de trabalho não é apenas socialmente progressista, é também economicamente prudente”, diz Myra Strober.

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Oportunidades da maternidade com mais de 40 anos

Enquanto as atitudes em relação às mães trabalhadoras em geral mudam lentamente, as suposições sociais sobre as mães mais velhas persistem. Algumas mulheres que iniciam famílias na faixa dos 40 anos podem se ver no papel isolado de “mãe mais velha”.

Gewanda Parker, 49 anos, mora com suas duas filhas, com sete meses e três anos, no estado da Flórida. Quando ela leva suas filhas para fora, ela é frequentemente tratada como sua avó ou tia, enquanto outras mulheres mais jovens são assumidas como mães.

A verdade é que Parker não se sente como uma mãe mais velha. Ela disse que ter filhos na idade dela é: “a coisa mais gratificante e refrescante. Eu vejo a vida novamente como excitante e divertida. Sim, eu posso ser mais velha, mas as coisas que estou fazendo com meus filhos estão me mantendo jovem.

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Talvez, como resultado, Parker tenha se achado cada vez mais preocupada com sua aparência, sempre se certificando de que ela esteja bem preparada, elegantemente vestida e com cabelos e maquiagem perfeitos. 

Enquanto outras mães novas podem ser perdoadas por fazer sua aparência menos prioritária, Parker sente que está se esforçando mais para combater qualquer suposição que os observadores possam fazer sobre sua idade com base em sua aparência. 

“Eu me vejo subconscientemente certificando-me de que minha aparência é a melhor possível,
estou sempre pensando: não quero criar uma situação em que meu filho se sinta desconfortável”.

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Estruturas e estereótipos sociais globais podem não estar acompanhando o ritmo da realidade, mas a mudança virá, diz Parker. 

“Mesmo que a sociedade não esteja disposta, há uma demanda para que a sociedade apoie as mães mais velhas.” 

À medida que as mães da primeira geração como ela se tornam mais comuns, Parker diz que a sociedade tem a responsabilidade de aceitar e fazer ajustes.

“Temos que mudar a linguagem comum em torno de como é a mãe, em torno da imagem que temos da maternidade”.

“Devemos aprender a ser inclusivo sem ser desajeitado, e temos que aprender a nos abster de julgar e estereotipar,
em vez de abordar o assunto com uma mente aberta.”

Referências:
Minha experiência e matéria que li no site da BBC Capital.

O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo e 1/3 dos cânceres comuns são evitáveis

Saúde

O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, 9,6 milhões de pessoas morrem de câncer todos os anos. E até 3,7 milhões de vidas poderiam ser salvas a cada ano através da implementação de estratégias apropriadas de recursos para prevenção, detecção precoce e tratamento.

Analisando os tipos de cânceres

1/3 dos cânceres comuns são evitáveis, até 3,7 milhões de vidas poderiam ser salvas a cada ano através da implementação de estratégias apropriadas de recursos para prevenção, detecção precoce e tratamento.

Os tumores podem ser divididos em três grupos: benigno, maligno ou pré-canceroso:

  • Tumores benignos não são cancerígenos e raramente ameaçam a vida. Eles tendem a crescer muito lentamente, não se espalham para outras partes do corpo e são geralmente compostos de células bastante semelhantes às células normais ou saudáveis. Eles só causarão um problema se crescerem muito, se tornarem desconfortáveis ou pressionarem outros órgãos – por exemplo, um tumor no cérebro dentro do crânio.
  • Os tumores malignos são de crescimento mais rápido do que os tumores benignos e têm a capacidade de se espalhar e destruir o tecido vizinho. Células de tumores malignos podem se separar do tumor principal (primário) e se espalhar para outras partes do corpo através de um processo conhecido como metástase. Ao invadir o tecido saudável no novo local, eles continuam a se dividir e crescer. Esses locais secundários são conhecidos como metástases e a condição é conhecida como câncer metastático.
  • Pré-maligno (ou pré-maligno) descreve a condição que envolve células anormais que podem (ou provavelmente se desenvolverão) como câncer.

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O que é o câncer?

O câncer pode ser classificado de acordo com o tipo de célula de onde eles começam. Existem cinco tipos principais:

  • Carcinoma – Um câncer que surge das células epiteliais (o revestimento das células que ajuda a proteger ou envolver os órgãos). Os carcinomas podem invadir os tecidos e órgãos circundantes e metastatizar os gânglios linfáticos e outras áreas do corpo. As formas mais comuns de câncer nesse grupo são câncer de mama, próstata, pulmão e cólon.
  • Sarcoma – Tipo de tumor maligno do osso ou tecido mole (gordura, músculo, vasos sanguíneos, nervos e outros tecidos conectivos que sustentam e envolvem órgãos). As formas mais comuns de sarcoma são leiomiossarcoma, lipossarcoma e osteossarcoma
  • Linfoma e mieloma – Linfoma e mieloma são cancros que começam nas células do sistema imunológico. O linfoma é um câncer do sistema linfático, que percorre todo o corpo e pode, portanto, ocorrer em qualquer lugar. O mieloma (ou mieloma múltiplo) começa nas células plasmáticas, um tipo de glóbulo branco que produz anticorpos para ajudar a combater a infecção. Este câncer pode afetar a capacidade da célula de produzir anticorpos de forma eficaz
  • Leucemia – A leucemia é um câncer dos glóbulos brancos e da medula óssea, o tecido que forma as células do sangue. Existem vários subtipos; comuns são leucemia linfocítica e leucemia linfocítica crônica
  • Cânceres do cérebro e da medula espinhal – são conhecidos como cânceres do sistema nervoso central. Alguns são benignos, enquanto outros podem crescer e se espalhar.

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Embora alguns fatores não possam ser modificados, cerca de um terço dos casos de câncer pode ser evitado pela redução dos riscos comportamentais e dietéticos.

Fatores de risco modificáveis ​​incluem:

Álcool

A evidência de que todos os tipos de bebidas alcoólicas são a causa de vários tipos de câncer é agora mais forte do que nunca.

O álcool pode aumentar o risco de seis tipos de cânceres, incluindo intestino (colorretal), mama, boca, faringe e laringe (boca e garganta), esofágico, fígado e estômago. 

As evidências sugerem que, em geral, a maioria das bebidas alcoólicas as pessoas consomem maior o risco de muitos tipos de câncer, e que mesmo a ingestão moderada de álcool aumenta o risco de câncer.

Estar acima do peso ou obeso

O excesso de peso tem sido associado a um aumento do risco de desenvolver 12 tipos diferentes de câncer, incluindo cânceres de bacia e pancreáticos. 

Em geral, um maior ganho de peso, particularmente quando adultos, está associado a maiores riscos de câncer. 

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Dieta e nutrição

Especialistas sugerem que dietas e ingestão nutricional, particularmente dietas ricas em carnes vermelhas, carnes processadas, salgados e pobres em frutas e vegetais têm um impacto sobre os riscos de câncer, particularmente colorectum, nasofaringe e estômago.

Atividade física

Atividade física regular não só ajuda a reduzir o excesso de gordura corporal e os riscos de câncer associados a isso, mas ser fisicamente ativo pode ajudar a reduzir os riscos de desenvolver câncer de cólon, mama e endométrio.

Tabaco

O fumo do tabaco contém pelo menos 80 substâncias diferentes causadoras de câncer (agentes carcinogênicos). 

Quando a fumaça é inalada, os produtos químicos entram nos pulmões, passam para a corrente sanguínea e são transportados por todo o corpo. 

É por isso que fumar ou mascar tabaco não só causa câncer de pulmão e boca, mas também está relacionado a muitos outros tipos de câncer. 

Quanto mais uma pessoa fuma, mais jovens começam, e quanto mais eles continuam fumando, mais aumentam o risco de câncer.

Atualmente, o consumo de tabaco é responsável por cerca de 22% das mortes por câncer.

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Radiação ionizante

Fontes de radiação causadas pelo homem podem causar câncer e são um risco para os trabalhadores. Estes incluem radônio, raios-x, raios gama e outras formas de radiação de alta energia. 

A exposição prolongada e desprotegida às radiações ultravioletas do sol, lâmpadas solares e camas de bronzeamento também pode causar melanoma e malignidades cutâneas. 

Pessoas de pele clara, indivíduos com muita moléstia ou que têm uma história familiar de melanoma ou câncer de pele não melanoma, estão em maior risco. No entanto, pessoas de todos os tons de pele podem desenvolver câncer de pele, incluindo indivíduos com pele mais escura.

Perigos no local de trabalho

Algumas pessoas correm o risco de serem expostas a uma substância causadora de câncer devido ao trabalho que fazem.

Por exemplo, os trabalhadores da indústria de corantes químicos foram encontrados para ter uma incidência maior do que o normal do câncer de bexiga. 

O amianto é uma causa conhecida de câncer no local de trabalho – particularmente um câncer chamado mesotelioma, que afeta mais comumente a cobertura dos pulmões.

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Infecção

Os agentes infecciosos são responsáveis por cerca de 2,2 milhões de mortes por câncer anualmente. Isso não significa que esses cânceres podem ser pegos como uma infecção; em vez disso, o vírus pode causar alterações nas células que as tornam mais propensas a se tornarem cancerosas.

Cerca de 70% dos cancros do colo do útero são causados por infecções pelo papilomavírus humano (HPV), enquanto o cancro do fígado e o linfoma não-Hodgkin podem ser causados pelos vírus da hepatite B e C e os linfomas estão ligados ao Epstein-Barr vírus.

Infecções bacterianas não foram pensadas como agentes causadores de câncer no passado, mas estudos mais recentes mostraram que pessoas que têm infecção por Helicobacter pylori em seu estômago desenvolvem inflamação do revestimento do estômago, o que aumenta o risco de câncer de estômago.

Fatores de risco não modificáveis ​​incluem:

Idade

Muitos tipos de câncer se tornam mais prevalentes com a idade. Quanto mais tempo as pessoas vivem, mais exposição há a carcinógenos e mais tempo há para que mudanças genéticas ou mutações ocorram dentro de suas células.

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Substâncias causadoras de câncer (cancerígenas)

São substâncias que alteram o comportamento de uma célula, aumentando as chances de desenvolver câncer. Os genes são as mensagens codificadas dentro de uma célula que dizem como se comportar (isto é, quais proteínas produzir), mutações ou alterações no gene, como dano ou perda, podem alterar a forma como essa célula se comporta, tornando-a mais provável.

Genética

Infelizmente, algumas pessoas nascem com um alto risco genético hereditário de um câncer específico (predisposição genética). Isso não significa que o desenvolvimento de câncer seja garantido, mas uma predisposição genética torna a doença mais provável.

Por exemplo, as mulheres que carregam os genes do câncer de mama BRCA 1 e BRCA 2 têm uma maior predisposição para o desenvolvimento dessa forma de câncer do que as mulheres com risco de câncer de mama normal. No entanto, menos de 5% de todos os cânceres de mama são conhecidos por serem genes.

Assim, embora as mulheres com um desses genes sejam individualmente mais propensas a desenvolver câncer de mama, a maioria dos casos não é causada por uma falha genética hereditária de alto risco. Isto é verdade para outros cancros comuns, onde algumas pessoas têm uma predisposição genética – por exemplo, cancro do cólon (intestino grosso).

O sistema imunológico

Pessoas que têm sistema imunológico enfraquecido correm mais risco de desenvolver alguns tipos de câncer. 

Isso inclui pessoas que fizeram transplantes de órgãos e tomam drogas para suprimir seus sistemas imunológicos, a fim de impedir a rejeição de órgãos, além de pessoas com HIV ou AIDS, ou outras condições médicas que reduzam sua imunidade a doenças.

Referências:
UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, OMS – Organização Mundial da Saúde, INCA – Instituto Nacional de Câncer.

Balança das causas do câncer

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O que causa o câncer?

Na balança das causas do câncer 10% à 20% são causas internas (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas) e 80% à 90% causas externas (presentes no meio ambiente, hábitos e estilo de vida).

O câncer não tem uma causa única. Há diversas causas externas (presentes no meio ambiente) e internas (como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). 

Os fatores podem interagir de diversas formas, dando início ao surgimento do câncer.

Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os hábitos e o estilo de vida podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer.

Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente de trabalho (indústrias químicas e afins), o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) e o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida). 

Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores alteram a estrutura genética (DNA) das células.

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Câncer o que é

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O que é o câncer?

As causas internas estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. 

Apesar de o fator genético exercer um importante papel na formação dos tumores (oncogênese), são raros os casos de câncer que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos.

Existem ainda alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais suscetíveis à ação dos agentes cancerígenos ambientais. Isso parece explicar porque algumas delas desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a um mesmo carcinógeno.

O envelhecimento natural do ser humano traz mudanças nas células, que as tornam mais vulneráveis ao processo cancerígeno. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica, em parte, o porquê de o câncer ser mais frequente nessa fase da vida.

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11 dicas para prevenir o câncer

A prevenção do câncer engloba ações realizadas para reduzir os riscos de ter a doença:

  • O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui evitar a exposição aos fatores de risco de câncer e a adoção de um modo de vida saudável.
  • O objetivo da prevenção secundária é detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Dica 1: Não fume!

Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente os de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe e esôfago. 

Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. 

Parar de fumar e de poluir o ambiente é fundamental para a prevenção do câncer.

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Dica 2: Alimentação saudável protege contra o câncer

Uma ingestão rica em alimentos de origem vegetal como frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, e pobre em alimentos ultra processados, como aqueles prontos para consumo ou prontos para aquecer e bebidas adoçadas, pode prevenir o câncer. 

A alimentação deve ser saborosa, respeitar a cultura local, proporcionar prazer e saúde e incluir alimentos regionais.

Dica 3: Mantenha o peso corporal adequado

Estar acima do peso aumenta as chances de desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e realizar atividade física. 

Cerca de um terço de todos os casos de câncer podem ser evitados com alimentação saudável, manutenção de peso corporal adequado e atividade física, não há necessidade de serem aquelas modalidades sistematizadas ou que demandem a contratação de serviços como academias, que também podem ser opções.

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Dica 4: Pratique atividades físicas

Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim ou buscar modalidades como a corrida de rua, ginástica, musculação, entre outras. 

Experimente, ache aquela modalidade que você goste, aproveite e busque fazer dessas atividades um momento coletivo, prazeroso e divertido, com a família e amigos, ou faça da atividade física um momento introspectivo no qual você se conecta consigo, enfim, é possível encaixar a atividade física na rotina de cada um, seja através do deslocamento ativo indo ao trabalho ou outras atividades caminhando ou de bicicleta, são diferentes possibilidades.

Dica 5: Amamente

O aleitamento materno é a primeira ação de alimentação saudável. A amamentação até os dois anos ou mais, sendo exclusiva até os seis meses de vida da criança, protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil. A partir de seis meses da criança, deve-se complementar a amamentação conforme a dica sobre Alimentação saudável e proteção contra o câncer.

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Dica 6: Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos

As alterações das células do colo do útero são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), e são curáveis na quase totalidade dos casos. 

Por isso, é importante a realização periódica deste exame. Tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado, seguir as orientações médicas e o tratamento indicado.

Dica 7: Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos

A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam como ações de prevenção do câncer do colo do útero. 

Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.

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Dica 8: Vacine contra a hepatite B

O câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da hepatite B e a vacina é um importante meio de prevenção deste câncer. 

O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do País a vacina contra esse vírus para pessoas de todas as idades.

Dica 9: Evite a ingestão de bebidas alcoólicas

Seu consumo, em qualquer quantidade, contribui para o risco de desenvolver câncer.

Além disso, combinar bebidas alcoólicas com o tabaco aumenta a possibilidade do surgimento da doença.

Dica 10: Evite comer carne processada

Carnes processadas como presunto, salsicha, linguiça, bacon, salame, mortadela, peito de peru e blanquet de peru podem aumentar a chance de desenvolver câncer. 

Os conservantes (como os nitritos e nitratos) podem provocar o surgimento de câncer de intestino (cólon e reto) e o sal provocar o de estômago.

Dica 11: Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios

Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

Referências:
UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, OMS – Organização Mundial da Saúde, INCA – Instituto Nacional de Câncer.

Câncer o que é | causas | fatores de risco | sintomas | diagnóstico | exames | tratamento | cuidados | prognóstico | prevenção

Saúde

Câncer o que é ? Causas, sintomas e tratamentos.

O câncer é causado por alterações da estrutura genética (DNA) das células, as chamadas mutações. 

Câncer o que é

O que é Câncer?

Câncer é um termo genérico para um grande grupo de doenças caracterizadas pelo crescimento de células anormais além de seus limites habituais que podem invadir partes adjacentes do corpo ou se espalhar para outros órgãos. 

Outros termos comuns usados são tumores malignos e neoplasias. O câncer pode afetar quase qualquer parte do corpo e tem muitos subtipos anatômicos e moleculares que exigem estratégias de manejo específicas.

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4 de fevereiro - Dia Mundial do Câncer 2019

Como se comportam as células cancerosas?

O câncer é causado por alterações da estrutura genética (DNA) das células, as chamadas mutações. Cada célula sadia possui instruções de como devem proceder, ou seja como crescer e se dividir, o período de funcionamento e de sua morte. Na presença de qualquer erro nestas instruções pode surgir uma célula alterada que se torna cancerígena.

  • Multiplicam-se de maneira desordenada e descontrolada, ou seja elas se dividem mais rapidamente do que as células normais do tecido à sua volta, e o crescimento celular torna-se contínuo. O excesso de células vai invadindo progressivamente todo o organismo, adoecendo todo o corpo. Geralmente, têm capacidade para formar novos vasos sanguíneos que as nutrirão e manterão as atividades de crescimento descontrolado.
  • O acúmulo dessas células desordenadas dá origem aos tumores malignos.
  • As células possuem a capacidade de se desprenderem do tumor e de se deslocar. Invadem inicialmente os tecidos vizinhos, podendo chegar ao interior de um vaso sanguíneo ou linfático e, através desses, disseminar-se, chegando a órgãos distantes do local onde o tumor se iniciou, formando o que chamamos de as metástases. Dependendo do tipo da célula do tumor, alguns dão metástases mais rápido e mais precocemente, outros o fazem bem lentamente ou até não o fazem.
Câncer o que é
  • As células cancerosas são, geralmente, menos especializadas nas suas funções do que as suas correspondentes normais. Conforme as células cancerosas vão substituindo as normais, os tecidos invadidos vão perdendo suas funções. Por exemplo, a invasão dos pulmões gera alterações respiratórias, a invasão do cérebro pode gerar, alterações neurológicas, etc.

Sendo assim, as células cancerosas apresentam quatro características que as distinguem das células normais: proliferação descontrolada, diferenciação e perda de função, poder de invasão e capacidade de sofrer metástases.

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Balança das causas do câncer e 11 dicas para prevenir o câncer

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Causas

O câncer é causado por alterações (mutações) no interior das células. O DNA dentro de uma célula contém um conjunto de instruções que dizem à célula como crescer e se dividir. Erros nas instruções podem permitir que uma célula se torne cancerosa. A mutação do gene pode instruir uma célula saudável para:

  • Permitir o crescimento rápido: a mutação do gene pode dizer uma célula para crescer e se dividem mais rapidamente. Isso cria muitas novas células com a mesma mutação.
  • Impedir que o crescimento celular pare: as células normais sabem quando parar de crescer, para que você tenha apenas o número certo de cada tipo de célula. As células cancerosas podem perder o controle que lhes dizem quando parar de crescer.
  • Cometer erros ao reparar erros do DNA: genes de reparo procuram erros no DNA de uma célula e fazem correções. Uma mutação nesse gene de reparo pode significar que outros erros não serão corrigidos, levando as células se tornam cancerosas.

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O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo e 1/3 dos cânceres comuns são evitáveis

Essas mutações são as mais comumente encontradas no câncer. Mas muitas outras mutações genéticas podem contribuir. Mutações genéticas podem ocorrer por vários motivos, por exemplo:

  • Congênitas: você pode nascer com uma mutação genética que herdou de seus pais. Este tipo de mutação é responsável por uma pequena porcentagem de cânceres.
  • Mutações genéticas que ocorrem após o nascimento: a maioria das mutações genéticas ocorre depois que você nasceu e não são herdadas. Um certo número de fatores pode causar mutações genéticas, como o tabagismo, radiação, exposição a vírus, produtos químicos causadores de câncer (carcinógenos), obesidade, hormônios, inflamação crônica e falta de exercício.

Mutações genéticas com que nascemos e aquelas que você adquire ao longo de sua vida podem trabalhar em conjunto para causar câncer. 

Por exemplo, se você herdou uma mutação genética que predispõe ao câncer, isso não significa que você terá câncer com certeza. 

Em vez disso, você pode precisar de uma ou mais mutações genéticas que causam câncer. Sua mutação genética hereditária torna você mais vulnerável para o câncer que as outras pessoas quando expostas a um determinado fator de risco.

Não está claro quantas mutações deve-se acumular para o câncer a se formar. É provável que isso varie entre os tipos de câncer.

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Saúde da Mulher

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Fatores de risco

Idade

O câncer pode levar décadas para se desenvolver. É por isso que a maioria das pessoas é diagnosticada com câncer aos 65 anos ou mais. Embora seja mais comum em adultos mais velhos, o câncer não é uma doença exclusivamente dessa faixa etária – ele pode ser diagnosticado em qualquer idade.

Seus hábitos

Certas escolhas de estilo de vida são conhecidas por aumentar o risco de câncer. Fumar, beber mais do que um drinque por dia (para mulheres de todas as idades e pessoas com mais de 65 anos) ou dois drinques por dia (para os homens com menos de 65 anos), a exposição excessiva ao sol ou queimaduras frequentes, obesidade e ter relações sexuais desprotegidas podem contribuir para o câncer.

Você pode alterar esses hábitos para reduzir o risco de câncer – embora alguns hábitos são mais fáceis de mudar do que outros.

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Saúde do Homem

Histórico familiar

Apenas uma pequena parte dos cancros acontece devido a uma condição hereditária. Se o câncer é comum em sua família, é possível que as mutações estejam sendo passadas de uma geração para a seguinte. 

Você pode ser um candidato para o teste genético para ver se você tem mutações que podem aumentar o risco de certos tipos de câncer hereditário. 

Tenha em mente que ter uma mutação genética herdada não significa necessariamente que você vai ter câncer.

Condições de saúde

Alguns problemas de saúde crônicos, como a colite ulcerativa, pode aumentar significativamente o risco de desenvolver certos tipos de câncer. 

Converse com seu médico sobre o seu risco. Outras doenças como HPV e hepatite B também podem aumentar esse risco.

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Causas do câncer

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Fatores ambientais

O ambiente ao seu redor podem conter substâncias químicas nocivas que podem aumentar o risco de câncer. 

Mesmo se você não fuma, você pode inalar o fumo passivo de pessoas estão fumando. 

Produtos químicos em sua casa ou local de trabalho, como o amianto e o benzeno, também estão associados com um risco aumentado de câncer. 

A poluição excessiva também está relacionada com maiores chances de câncer.

Sintomas de Câncer

Os sinais e sintomas causados pelo câncer variam dependendo de que parte do corpo é afetada. Alguns sinais e sintomas gerais, que não são específicos para o câncer e devem ser cruzados com outros fatores de risco, incluem:

  • Fadiga.
  • Protuberância ou área de espessamento que pode ser sentida sob a pele.
  • Mudanças de peso, incluindo a perda não intencional ou ganho.
  • Alterações da pele, tais como amarelecimento, escurecimento ou vermelhidão da pele, feridas que não cicatrizam ou alterações moles.
  • Mudanças nos hábitos intestinais ou da bexiga.
  • Tosse persistente.
  • Dificuldade em engolir.
  • Rouquidão.
  • Indigestão persistente ou desconforto depois de comer.
  • Dor muscular ou nas articulações persistente e sem causa aparente.
  • Febre ou suores noturnos persistentes sem causa aparente.

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O que é o o câncer?

Quando consultar um médico

Faça uma consulta com seu médico se você tiver quaisquer sinais ou sintomas persistentes sem causa aparente. 

Se você não tem quaisquer sinais ou sintomas, mas está preocupado com o risco de câncer, converse sobre suas preocupações com o médico. 

Pergunte sobre quais exames e procedimentos de rastreio do câncer são apropriados para você.

Diagnósticos e Exames

Na consulta médica

Comece por ver um clínico geral se você tiver quaisquer sinais ou sintomas que você se preocupe. Se o seu médico suspeitar de câncer, você provavelmente vai ser encaminhado para um ou mais especialistas, tais como:

  • Oncologistas
  • Radioterapeutas
  • Hematologistas
  • Cirurgiões.

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Causas do câncer

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Como as consultas geralmente são muito curtas, é bom estar preparado. Aqui estão algumas informações que podem ajudar o médico a fazer o diagnóstico:

  • Anote quaisquer sintomas que você está enfrentando, inclusive os que podem parecer sem relação com o motivo pelo qual você agendou o compromisso.
  • Anote as informações pessoais importantes, incluindo quaisquer tensões principais ou mudanças de vida recentes.
  • Anote sua história familiar sobre câncer. Se outros membros de sua família tiveram o diagnóstico de câncer, tome nota dos tipos, qual o grau de parentesco com você e com quantos anos cada pessoa foi diagnosticada.
  • Faça uma lista de todos os medicamentos, vitaminas ou suplementos que você está tomando.
  • Considere levar um membro da família ou amigo junto. Às vezes pode ser difícil de lembrar todas as informações fornecidas durante uma consulta. O acompanhante pode se lembrar de algo que você perdeu ou esqueceu.

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Câncer o que é

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O que é o o câncer?

O que esperar do médico

O médico provavelmente fará uma série de perguntas. Estar pronto para respondê-las pode acelerar a consulta e sobrar tempo para você tirar suas dúvidas. O seu médico pode perguntar:

  • Quando você começou a sentir os sintomas?
  • Seus sintomas são contínuos ou ocasionais?
  • Quão graves são os sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece melhorar os sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece piorar os sintomas?
  • Alguém na sua família tem câncer?
  • Alguma vez você já teve câncer antes? Se sim, que tipo e como foi o tratamento?
  • Você já foi exposto a produtos químicos em casa ou no trabalho?
  • Você fuma?
  • Você já foi diagnosticado com uma infecção de hepatite ou uma infecção por HPV?

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Causas do câncer

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Diagnóstico de Câncer

Assim como os sintomas, os exames para diagnosticas o câncer variam dependendo do tipo e da localização do tumor. Os testes mais comuns incluem:

  • Biópsia do tumor.
  • Exames de sangue (que buscam por substâncias químicas como marcadores tumorais).
  • Biópsia da medula óssea (para linfoma ou leucemia).
  • Radiografia torácica.
  • Hemograma completo.
  • Tomografia computadorizada.
  • Ressonância magnética.

A maioria dos cânceres é diagnosticada por meio de biópsia. Dependendo da localização do tumor, a biópsia pode ser um simples procedimento ou uma cirurgia complexa. 

A maioria dos pacientes com câncer passam por tomografias computadorizadas para determinar a localização e o tamanho exato do tumor ou tumores.

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Câncer o que é

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O que é o o câncer?

Recebendo o diagnóstico

É difícil de enfrentar o diagnóstico de câncer. 

Entretanto, será importante conversar sobre o tipo, o tamanho e a localização do câncer com seu médico quando você for diagnosticado. 

Também é aconselhável falar sobre as opções de tratamento, junto com os benefícios e riscos.

É uma boa ideia que alguém acompanhe você no consultório para ajudar a superar o diagnóstico. 

Se você não conseguir fazer perguntas após ouvir o diagnóstico, o acompanhante poderá fazê-las por você.

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Anote perguntas para fazer ao médico

Seu tempo com o médico é limitado, então a preparar uma lista de perguntas pode ajudá-lo a tirar o máximo proveito do tempo.

Liste suas perguntas a partir da mais importante para a menos importante, caso o tempo se esgote. 

Para o câncer, algumas perguntas básicas para fazer ao médico incluem:

  • Qual tipo de câncer eu tenho?
  • Em que fase está o meu câncer?
  • Será que vou precisar de exames adicionais?
  • Quais são as minhas opções de tratamento?
  • Quais tratamentos podem curar meu câncer?
  • Se o meu câncer não pode ser curado, o que posso esperar do tratamento?
  • Quais são os efeitos colaterais de cada tratamento?
  • Existe um tratamento que você sente é o melhor para mim?
  • Quanto tempo leva para começar o tratamento?
  • Como o tratamento vai afetar minha vida diária?
  • Posso continuar a trabalhar durante o tratamento?
  • Existem ensaios clínicos ou tratamentos experimentais disponíveis para mim?
  • Eu tenho essas outras condições de saúde. Como posso gerenciá-las durante o meu tratamento de câncer?
  • Existem restrições que eu preciso seguir?
  • Devo consultar um outro especialista (como um mastologista para câncer de mama, por exemplo)?
  • Existe uma alternativa genérica para o medicamento que você está prescrevendo?
  • Há livros ou outro material impresso que eu posso levar comigo ? Quais sites você recomenda?

Além das perguntas que você preparou para fazer ao seu médico, não hesite em fazer outras caso lhe ocorra.

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Câncer o que é

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O que é o o câncer?

Tratamento de Câncer

Muitos tratamentos contra o câncer estão disponíveis. Suas opções de tratamento vão depender de vários fatores, como o tipo e estágio do câncer, sua saúde geral e as suas preferências. Juntos, você e seu médico podem medir os riscos e benefícios de cada tratamento do câncer para determinar o que é melhor para você. O tratamento do câncer têm diferentes objetivos:

  • Cura: nesse caso, o objetivo do tratamento é alcançar uma cura para o câncer, permitindo que o paciente tenha uma vida normal. Isso pode ou não pode ser possível, dependendo da situação específica do paciente.
  • Tratamento primário: o objetivo de um tratamento primário é remover completamente o câncer do seu corpo ou matar as células cancerosas. Qualquer tratamento do câncer – como radioterapia ou quimioterapia – pode ser usado como primário para o câncer, mas o mais comum é a cirurgia. Se o câncer que você tiver responde bem à radioterapia ou quimioterapia, você pode receber uma dessas terapias como seu tratamento primário.
  • Tratamento adjuvante: o objetivo da terapia adjuvante é matar todas as células cancerosas que podem permanecer após o tratamento primário, a fim de reduzir a chance do câncer voltar. Qualquer tratamento do cancro pode ser utilizado como uma terapia adjuvante. Terapias adjuvantes comuns incluem quimioterapia, radioterapia e terapia hormonal.
  • Tratamento paliativo: eles podem ajudar a aliviar os efeitos colaterais do tratamento ou sinais e sintomas causados pelo cancro em si. Cirurgia, radiação, quimioterapia e terapia hormonal podem ser usados para aliviar os sinais e sintomas. Alguns medicamentos podem ser prescritos para aliviar sintomas como dor e falta de ar. O tratamento paliativo pode ser usado justamente com outros tratamentos destinados a curar o câncer.

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Os médicos têm muitas ferramentas quando se trata de tratamento do câncer. As opções incluem:

Cirurgia

O objetivo da cirurgia é remover o tumor mais uma margem de tecido que aparenta saudável – pois este já pode conter células malignas. 

Caso o tumor seja muito grande, a cirurgia pode reduzir boa parte do tumor, e o paciente depois recebe outros tratamentos, como radio ou quimioterapia.

Radioterapia

Terapia que usa radiação ionizante no local do tumor. É muito utilizada para tumores que ainda não se espalharam e não tem metástases. 

A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer não pode ser retirado completamente com a cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de o câncer voltar a crescer após o procedimento.

Quimioterapia

O tratamento utiliza medicamentos orais ou intravenosos, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes. 

A quimioterapia pode ser feita antes ou após a cirurgia, e o período de tratamento varia conforme o câncer e o paciente.

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Câncer o que é

Saúde

O que é o o câncer?

Hormonioterapia

Tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. 

A hormonioterapia, portanto, só poderá ser utilizada em pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal para câncer. 

Essa terapia no geral é feita via oral, e as drogas agem bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado.

Terapia alvo (imunoterapia)

Imunoterapia para o tratamento do câncer é, de uma forma bem simples, uma maneira de combater o problema utilizando o próprio sistema de defesa do corpo para atacar as células do câncer. 

A terapia funciona apenas para alguns tipos de câncer, mas tem efeitos colaterais mais brandos que as outras terapias. 

Novas imunoterapias estão em fase de testes e outras ainda não foram aprovadas no Brasil.

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Causas do câncer

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Prognóstico

Câncer tem cura?

Os resultados do tratamento dependem do tipo de câncer e do paciente. Alguns cânceres podem ser curados. 

Outros podem ser incuráveis, mas ainda sim passar por um bom tratamento. Alguns pacientes podem viver muitos anos com o câncer. Outros tumores são rápidos e fatais.

Complicações possíveis

Câncer e seu tratamento podem causar várias complicações, incluindo:

  • Dor: a dor pode ser causada pelo câncer ou por conta do tratamento para o câncer, embora nem todos sejam dolorosos. Medicamentos e outras abordagens podem efetivamente tratar a dor relacionada ao câncer.
  • Fadiga: a fadiga em pessoas com câncer tem muitas causas, mas que muitas vezes pode ser gerenciada. A fadiga associada a tratamentos de quimioterapia ou radioterapia é comum, mas é geralmente temporária.
  • Dificuldade em respirar: um câncer ou tratamento do câncer pode causar uma sensação de falta de ar. Medicamentos adicionais ou tratamentos podem trazer alívio.
  • Náusea: certos tipos de câncer e tratamentos de câncer pode causar náuseas. Seu médico pode, por vezes, prever se o seu tratamento pode causar náuseas. Medicamentos e outros tratamentos podem ajudar a prevenir ou lidar com náuseas.
  • Diarreia ou constipação: câncer e tratamento do câncer podem afetar seus intestinos e causar diarreia ou constipação.
  • Perda de peso: o câncer ou o tratamento do câncer pode causar perda de peso.
  • Alterações químicas em seu corpo: o câncer pode perturbar o equilíbrio químico normal em seu corpo e aumentar o risco de complicações graves. Sinais e sintomas de desequilíbrios químicos podem incluir sede excessiva, micção frequente, constipação e confusão.
  • Cérebro e problemas no sistema nervoso: o câncer pode pressionar os nervos próximos e causar dor e perda de função de uma parte do seu corpo. Um câncer que envolve o cérebro pode causar dores de cabeça e sintomas como fraqueza em um lado do seu corpo.
  • Metástase: com o avanço do cancro, ele pode se espalhar para outras partes do corpo. Para onde o câncer se espalha depende do tipo de câncer.
  • Recidiva: sobreviventes do câncer têm um risco de recorrência do tumor. Alguns tipos de câncer são mais propensos a se repetir do que outros. Pergunte ao médico sobre o que você pode fazer para reduzir o risco de recidiva do câncer. O médico pode elaborar um plano de cuidados de acompanhamento para você após o tratamento. Este plano pode incluir exames periódicos nos próximos meses ou anos após seu tratamento.

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Câncer o que é

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Prevenção

Não fume

Segundo estatísticas do INCA – Instituto Nacional de Câncer, o tabagismo é a principal causa de câncer evitável no mundo. Ao queimar o cigarro, as consequências são sentidas não apenas por quem fuma, mas também por todos ao seu redor. 

Para se ter uma ideia, 90% dos casos de câncer de pulmão tem o cigarro como responsável – os outros 10% são decorrentes do fumo passivo. 

O tabagismo também é o grande culpado por 30% da ocorrência de outros tipos de câncer, como boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia.

O cigarro carrega cerca de 4720 substâncias, sendo mais de 400 delas altamente cancerígenas. Algumas delas, como o benzeno, estão ligada ao câncer de fígado e leucemia. 

Já o alcatrão está diretamente relacionado aos cânceres de pulmão, vias aéreas, brônquios e bexiga.

Não abuse de bebidas alcoólicas

O álcool aumenta a chance de desenvolvimento de alguns tumores, como intestino, esôfago e fígado. 

Mas o que mais se nota é que ele potencializa os efeitos do tabaco. Por potencializar os efeitos do cigarro, o risco de um tumor localizado nos órgãos afetados pelo fumo é muito maior.

Além disso, estudos científicos têm relacionado o abuso do álcool com outros tipos de câncer. 

De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, a quantia de 18 gramas (aproximadamente duas doses) de álcool por dia eram suficientes para aumentar significantemente o risco de desenvolver câncer de mama. Com o consumo de 50 gramas diárias, o risco aumenta em 50%. 

Outro estudo, este realizado pelo Fred Hutchinson Cancer Research Center, especializado em pesquisas sobre câncer nos Estados Unidos, descobriu que as mesmas 50 gramas por dia, em homens, dobram as chances de desenvolver câncer de próstata.

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Causas do câncer

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Mantenha hábitos de sexo seguro. Use camisinha.

Hoje, sabe-se que o papiloma vírus humano (HPV) – doença sexualmente transmissível – é o principal responsável por alguns tipos de câncer como o câncer de colo do útero, vulva, pênis e orofaringe (garganta). 

Por isso, a importância de praticar sexo seguro e sempre com o uso da camisinha – até mesmo para o sexo oral.

Proteja-se da hepatite

O sexo seguro também evita os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado. 

O uso da camisinha, além de reduzir as chances de cânceres no sistema reprodutor e orofaringe, também pode proteger seu fígado. 

Isso porque a hepatite B também é sexualmente transmissível. Esse tipo de hepatite pode levar à cirrose e evoluir para um câncer do fígado. 

No caso da hepatite C, o contágio costuma acontecer por contato sanguíneo, mas ela é igualmente um fator de risco a esse tipo de câncer.

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Alterações na dieta

O açúcar não tem relação direta com os diversos tipos de câncer. No entanto, quando é consumido em excesso, faz o organismo liberar muita insulina para metaboliza-lo. 

A insulina muito alta aumenta a produção de uma substância chamada citocina pró-inflamatória. Aqui, está a relação com o câncer. Quanto maior a quantidade dessa substância, maiores as chances de câncer.

Já a carne vermelha, embora traga uma série de benefícios à saúde, não deve ser consumida com abusos. Ainda não se sabe certamente quais elementos das carnes vermelhas (de boi e de porco) são cancerígenas. 

Porém supõe-se que se trata de uma substância chamada ácido araquidônico, presente na gordura dessas carnes. Ela seria responsável por estimular a produção das citocinas pró-inflamatórias.

Os alimentos processados – o que incluem enlatados e embutidos como mortadela, presunto, salame, mortadela, bacon e salsicha -, são ricos em uma substância chamada nitrosamina, que é cancerígena. 

Por isso, é importante que esse tipo de alimento seja evitado ao máximo, assim como “fast foods” que, em geral, são ricos em processados.

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Use filtro solar

Os raios UVA e UVB, emanados pelo sol, são os responsáveis pelas alterações celulares que levam ao câncer de pele. 

Proteger-se do sol é algo tão importante na luta contra o câncer.

Além do protetor solar – que deve ter o mínimo de fator 20, é preferível tomar sol apenas antes das 10 horas e depois das 16 horas e não abrir mão de barreiras físicas, como chapéus, guarda-sol, bonés e óculos escuros.

Pratique atividades físicas

A prática de atividades físicas promove um bem geral ao organismo e também protege contra o câncer. 

Isso se deve graças à capacidade, em especial de exercícios aeróbicos, de diminuir a circulação das citocinas pró-inflamatórias em nosso organismo.

Mantenha-se atento à sua saúde

Sabemos que o nosso corpo dá sinais quando algo não está certo. Isso também vale para casos de câncer. 

É importante que se preste atenção no corpo, pois só assim é possível notar a presença de algum caroço estranho, uma íngua, mancha na pele ou outro sinal. 

Ao sinal de algo fora do usual, um médico seja procurado.

Faça um check-up anual

É importante realizar todos os exames de diagnóstico precoce indicados pelo seu médico. 

Existe uma série de exames que são fundamentais na hora de detectar os diversos tipos de cânceres. 

Nas mulheres, entre eles a mamografia, que deve ser feita a partir dos 50 anos para detectar o câncer de mama. 

Nos homens, a coleta do PSA, exame de sangue que pode detectar câncer de próstata.

Referências:

UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, OMS – Organização Mundial da Saúde, INCA – Instituto Nacional de Câncer.

Tratamento para Todos – iniciativa de advocacia empolgante e inspiradora dirigida pela UICC

Saúde

Tratamento do câncer para todos

É uma iniciativa de advocacia empolgante e inspiradora dirigida pela UICC. Apela à comunidade internacional do câncer para abordar a lacuna de eqüidade global no acesso aos serviços de câncer, ficando atrás de quatro pilares essenciais do tratamento e tratamento do câncer:

  • Melhorar a qualidade dos dados do câncer para uso em saúde pública
  • Aumentar o número de pessoas com acesso à detecção precoce e diagnóstico preciso do câncer
  • Fornecer tratamento oportuno e de qualidade para doenças precoces e metastáticas para todos
Tratamento para Todos
 
  • Fornecer um serviço básico de apoio e cuidados paliativos para todos

A campanha incentiva os membros da UICC a identificar as prioridades em Tratamento para Todos que melhor se adequam às suas necessidades e estratégias nacionais. 

Além disso, nos próximos anos, a UICC pretende envolver até 40 países de renda baixa e média em um processo abrangente e orientado de suas próprias campanhas de Tratamento para Todos, trabalhando para melhorar o fornecimento de informações, disponibilidade e acesso ao serviços para o progresso de toda a população.

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Ação Global

Nos últimos sete anos, a UICC uniu a comunidade de câncer para posicionar a prevenção do câncer, a detecção precoce, o tratamento e os cuidados na agenda global de saúde e desenvolvimento. 

Agora, com a inclusão do câncer e das doenças não transmissíveis nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a adoção da resolução de câncer de 2017 na Assembléia Mundial da Saúde, a advogacia da UICC está trabalhando com ações globais para ver esses compromissos implementados como parte do programa do Tratamento para Todos.

À medida que esperamos 2025, e à medida que as discussões sobre cobertura universal de saúde (UHC) crescem e tomam forma, a advogacia da UICC está trabalhando para defender o acesso equitativo ao tratamento e tratamento do câncer para ajudar a alcançar a meta global de redução de 25% na mortalidade prematura. 

Isto é essencial, dada a crescente carga do câncer globalmente e seus impactos sobre indivíduos, famílias, comunidades e países.

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Saúde

4 de fevereiro - Dia Mundial do Câncer 2019

Ativação nacional

A Ativação Nacional da campanha de advogacia global do Tratamento para Todos é focada especificamente em trabalhar e apoiar membros da UICC, parceiros e sua rede para mobilizar e equipar a sociedade civil em nível nacional com as habilidades para identificar prioridades de advogacia.

Em consonância com o Tratamento para Todos, a advogacia da UICC trabalha de maneira significativa em toda a sociedade civil e com o governo para traduzir os compromissos globais do câncer em ações nacionais eficazes, melhorando assim os resultados dos pacientes. Juntas, a UICC e as organizações membros identificarão pontos fortes e lacunas no sistema de saúde de seu país e definirão áreas de apoio necessárias para realizar uma forte campanha de defesa da sociedade civil sobre o Tratamento para Todos.

Focando a atenção nos países de baixa e média renda, a UICC tem a oportunidade de criar soluções duradouras e sustentáveis nas partes do mundo onde prevemos o maior ônus e contribuir significativamente para a entrega das metas globais de DNT e ODS para reduzir as mortes prematuras causadas pelo câncer e as outras DNTs, bem como pelos compromissos assumidos na resolução do câncer.

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Independentemente de onde cada país se encontra, ou quais desigualdades cada país enfrenta, o Tratamento para Todos captura a importância de abordar todos os cânceres em todas as fases, para todas as idades, em todos os contextos, para melhorar os resultados dos pacientes com tratamento econômico, oportuno e de qualidade e cuidado e sem preconceito.

A visão da UICC é que, em 2025, quando as Nações Unidas avaliem o progresso em relação às metas de DNTs acordadas pelos Estados Membros como parte da Declaração de 2011 sobre DNTs, a comunidade de câncer terá o orgulho de informar que sua ação coletiva não apenas ajudou a priorizar o controle do câncer e formular políticas nacionais adequadas, mas também estabelecer uma base sólida para o crescimento sustentável, em consonância com as ambições da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Referências:
UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, OMS – Organização Mundial da Saúde.

4 de fevereiro – Dia Mundial do Câncer 2019

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WCD – World Cancer Day – Dia Mundial do Câncer

O diretor executivo da UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, Dr. Cary Adams, disse:

“Neste Dia Mundial do Câncer, queremos que as pessoas saibam que muitos tipos de câncer podem ser gerenciados e 
até mesmo curados, especialmente se forem detectados e tratados o mais cedo possível. Ao detectar o câncer
em seu estágio inicial, aproveitamos a maior oportunidade para evitar milhões de mortes evitáveis em todo o mundo”.

O Dia Mundial do Câncer, organizado pela UICC - União para o Controle Internacional do Câncer, acontece todos os anos no dia 4 de fevereiro. 

“O Dia Mundial do Câncer é a única iniciativa sob a qual o mundo inteiro pode se unir na luta contra a epidemia global”

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O Dia Mundial do Câncer tem como objetivo salvar milhões de mortes evitáveis a cada ano, aumentando a educação e a conscientização sobre o câncer e pressionando governos e indivíduos em todo o mundo a tomar medidas contra a doença.

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A UICC continua a expandir o sucesso e o impacto do dia e está empenhada em garantir que, ano após ano, o evento seja visto e ouvido por mais pessoas em todo o mundo. Fazemos isso trabalhando diretamente com nossos membros para desenvolver uma campanha que atenda a suas diferentes prioridades organizacionais; isto é conseguido através de uma abordagem estratégica em duas frentes:

A UICC fornece apoio através do desenvolvimento de ferramentas e orientação para encorajar as suas organizações membros a realizar campanhas locais de conscientização sobre o câncer, alinhadas e adaptadas à mensagem global do Dia Mundial do Câncer.

Em um nível acima do país, trabalhamos para garantir e apoiar as oportunidades de mídia digital, tradicional e social para aumentar a conscientização pública do dia. Através do apoio contínuo de nossos membros e parceiros-chave, o Dia Mundial do Câncer está começando a se consolidar em calendários em todo o mundo.

Segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, cerca de 24,6 milhões de pessoas vivem com câncer em todo o mundo e pelo menos 17 pessoas morrem a cada minuto de câncer.

Aproximadamente 75% dos 4,3 milhões de mortes prematuras por câncer em todo o mundo ocorrem anualmente nos países de baixa e média renda. 

Até 2030, estima-se que 70% de todas as mortes por câncer no mundo estarão em países de baixa e média renda.

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Em 2018, houve mais de 18 milhões de novos casos de câncer diagnosticados, dos quais quase 5 milhões de casos de câncer de mama, cervical, colorretal e oral poderiam ter sido detectados mais cedo e tratados de forma mais eficaz. 

A detecção, o rastreamento e o diagnóstico precoces demonstraram melhorar significativamente as taxas de sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes, além de reduzir significativamente o custo e a complexidade do tratamento do câncer. 

No entanto, as barreiras para alcançar taxas mais altas de detecção precoce do câncer precisam ser abordadas agora no indivíduo, no sistema de saúde e no nível governamental para reduzir significativamente o ônus pessoal e financeiro do câncer em todo o mundo.

A detecção precoce, triagem e diagnóstico melhora significativamente as taxas de sobrevivência

Universalmente, a maioria dos cânceres é passível de detecção precoce. Quando um câncer é detectado em um estágio inicial – e quando associado a tratamento adequado – a chance de sobrevida além de cinco anos é dramaticamente maior do que quando detectado em um estágio posterior quando o tumor se espalhou e a doença está mais avançada.

Nos EUA, a taxa de sobrevivência de cinco anos para mulheres diagnosticadas com câncer do colo do útero em estágio avançado é de apenas 15%, comparada a 93% se diagnosticada quando o câncer não se espalhou.

Na Índia, um estudo entre mulheres rurais com câncer do colo do útero descobriu que a taxa de sobrevida em cinco anos é de 9% quando diagnosticada no Estágio IV, que aumenta para 78% quando diagnosticada no Estágio I.

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Detecção, triagem e diagnóstico precoces economizam dinheiro

O diagnóstico precoce também pode diminuir ou reduzir significativamente o custo do tratamento. 

Estudos em países de alta renda mostram que os custos de tratamento para pacientes com câncer diagnosticados precocemente são duas a quatro vezes menos caros do que aqueles diagnosticados com câncer em estágio avançado. 

“Um estudo norte-americano estima a economia nacional de custos com o diagnóstico precoce em US $ 26 bilhões por ano”.

“Um estudo da África Subsaariana e do Sudeste Asiático descobriu que iniciativas de intervenção precoce, como exames de esfregaços de câncer do colo do útero, exames de colonoscopia e exames de mamografia (combinados com tratamento), são altamente efetivos em relação aos custos benefícios”. 

Apesar disso, milhões de casos de câncer são encontrados tardiamente, levando a opções de tratamento caras e complexas, qualidade de vida diminuída e mortes evitáveis.

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Barreiras individuais à detecção precoce, triagem e diagnóstico

Todos são suscetíveis a barreiras físicas, psicológicas ou socioeconômicas para acessar a detecção precoce do câncer. 

Algumas barreiras comuns que os indivíduos enfrentam são a idade, as normas de gênero masculino, sentimentos de vergonha e medo e a falta de consciência sobre a saúde.

A idade pode influenciar em grande parte a capacidade de compreender e comunicar os primeiros sintomas do câncer, tornando as crianças particularmente vulneráveis.

No entanto, os cânceres infantis são, em geral, algumas das formas mais altamente tratáveis de câncer – 80% dos cânceres infantis são curáveis se um diagnóstico rápido e tratamento forem realizados.

Normas masculinas de gênero, combinadas com uma falta mais ampla de promoção da saúde masculina, podem prevenir o comportamento de busca de ajuda, mesmo quando os homens suspeitam de câncer no início. 

O fator mais forte associado ao comportamento de busca de ajuda dos homens tem sido demonstrado como o encorajamento e apoio dos cônjuges e membros da família.

Sentimentos de vergonha e medo, combinados com a falta de consciência sobre a saúde e crenças culturais, também podem impedir que as pessoas procurem atendimento médico ou programas de triagem. 

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Os governos devem traduzir seus compromissos em ação

Este Dia Mundial do Câncer,4 de fevereiro de 2019, como parte de sua principal iniciativa, a UICC e suas mais de 1.100 organizações membros em mais de 170 países estão pedindo aos governos que traduzam seus compromissos para reduzir o ônus do câncer em uma ação nacional demonstrável.

A detecção precoce e as medidas de diagnóstico oportunas devem fazer parte do Plano Nacional de Controle do Câncer de qualquer país, juntamente com medidas concretas para melhorar a prevenção, o tratamento e o tratamento do câncer.

Ao implementar estratégias apropriadas de recursos sobre prevenção, detecção precoce e tratamento, até 3,7 milhões de vidas podem ser salvas a cada ano.

Para melhorar a detecção precoce, triagem e diagnóstico, e em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde, a UICC recomenda que os governos devem:

  • Implementar medidas para reduzir o estigma e melhorar a conscientização pública sobre os sinais e sintomas do câncer
  • Implementar programas de rastreio baseados na população e programas de detecção precoce eficazes em termos de custos
  • Fortalecer os mecanismos de encaminhamento dos sistemas nacionais de saúde para casos de câncer suspeito para instalações que prestam serviços de diagnóstico e tratamento
  • Aumentar o investimento em capacidades de diagnóstico

Director-Geral da Organização Mundial da Saúde, o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus disse:

“Por muitos anos, o câncer tem sido considerado complexo demais e caro demais para ser administrado. O oposto é verdadeiro. Se falharmos em responder decisivamente ao câncer, as consequências econômicas e sociais serão astronômicas. Para ganhar a luta contra o câncer, os países precisam garantir que os serviços de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer, bem como os cuidados paliativos, sejam integrados aos pacotes de benefícios como parte dos esforços para alcançar a cobertura universal de saúde”.

Referências:
UICC – União para o Controle Internacional do Câncer, OMS – Organização Mundial da Saúde.