Plaenge é destaque na Revista Exame

Construtora paranaense cresceu com uma estratégia diferente das empresas de capital aberto.

Da Redação

A construtora paranaense Plaenge foi o grande destaque da Revista Exame deste mês. A publicação fala de como a empresa recusou a aderir às últimas modas do setor, como abrir o capital e investir nas classes mais baixas, e virou uma das maiores do país.

De acordo com a matéria, há alguns anos, grandes incorporadoras abriram o capital na bolsa para financiar seu crescimento. Além disso, mesmo as empresas cujos clientes eram especificamente os públicos A e B, partiram para a conquista do promissor consumidor de baixa renda. Resultado, os preços de terrenos e material de construção dispararam, faltou mão de obra e em alguns locais, sobraram imóveis. Atualmente, é difícil encontrar uma construtora que esteja crescendo.

Realidade que não se aplica à Plaenge. Isso porque a empresa fez exatamente o contrário da maioria das outras construtoras. Segundo Alexandre e Fernando Fabian, diretores da Plaenge, a empresa cresceu graças a quatro regras básicas. A primeira delas é a venda, quase que exclusiva, para o público A e B, porque as margens são maiores; segunda, não abrir o capital, não buscar sócio e só lançar um empreendimento se tem recursos para terminar a obra sem tomar empréstimos. Terceira, ter sócios morando em diferentes locais em que a empresa atua, para conhecer cada mercado em detalhes; e por último, a empresa não contrata corretores, todo o empreendimento é feito com equipe própria.

Com crescimento de 589% nos últimos cinco anos e faturamento de 745 milhões de reais, a Plaenge tornou-se a maior incorporadora de capital fechado do país.

Construtora atinge marca de 200 edifícios concluídos

A entrega das quatro torres do Jardim Eco Resort & Residence, em Londrina, consolidou um marco na história da Construtora Plaenge: a empresa atingiu o patamar de 200 edifícios entregues nas oito cidades brasileiras onde atua. São mais de 55 mil pessoas em Curitiba, Londrina, Maringá e Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Campo Grande e Dourados (MS), e Joinvile (SC), morando em empreendimentos da marca, voltado ao público Premium, e Vanguard Home, com foco no comprador do primeiro imóvel. Além disso, desde 2009 está presente no Chile, onde já entregou sete empreendimentos.

Somando os segmentos residencial e industrial a Plaenge já ultrapassou a marca de 3 milhões de metros quadrados construídos. Os 42 anos de história indicam que a empresa construiu um sólido processo de crescimento. “ Na Plaenge, a gestão financeira é conservadora e tudo é planejado de forma a garantir a entrega de cada edifício exatamente no prazo acordado com nossos clientes”, afirma Alexandre Fabian, diretor da Contrutora.

Vasculhando o baú

Brinquedos tradicionais do Japão já fizeram a alegria de muitas crianças e hoje são lembrados com carinho pelos adultos.

Da Redação

País dos tamagochis, dos robôs de estimação e de incríveis games, o Japão é um grande influenciador da chamada Geração Y e Z, os jovens virtuais. Mas não é apenas de tecnologia que vive o país. Há também um rol de outros brinquedos produzidos pelos artesãos que moldam a madeira, o papel e os pedaços de tecidos produzindo inúmeros artigos populares que divertem não só a garotada, mas pessoas de todas as idades. No Brasil, junto com a tradicional culinária e inúmeros costumes trazidos pelos japoneses, vieram também os brinquedos e as brincadeiras populares do arquipélago, ganhando um grande espaço. Porém, a “graça” foi se perdendo com o tempo, à medida que a tecnologia veio ganhando os olhos e os corações da criançada. Enquanto os jovens, muitos deles hiperativos, não lidam muito bem com a calma dos brinquedos antigos, os mais crescidinhos os veem como uma boa lembrança de uma infância divertida.

Diversão Garantida

Os brinquedos de origem oriental mais conhecidos por aqui são o otedama, oyatori, karuta, koma e kendama. Muitos deles possuem opções similares no Brasil, devido ao sucesso obtido no Japão.

AYATORI

Para brincar de ayatori (cama de gato), basta passar um cordão de 90 centímetros entre os dedos e os pulsos e criar várias formas e imagens. O jogo tornou-se famoso no período Edo (1603-1887) e pode ser jogado individualmente ou em pares, quando se transfere o cordão entre os jogadores, alternando as figuras.

OTEDAMA

São os saquinhos cheios de arroz ou feijão conhecidos também como cinco marias. Foi muito difundido entre as mulheres e antigamente era bem difícil encontrar um homem que soubesse jogá-los da maneira correta. Em grupo de cinco, sete ou nove saquinhos, o jogador deve manipulá-los habilmente enquanto joga um para o ar, não deixando caí-los no chão.

KARUTA

A palavra karuta vem do português carta e dá nome ao jogo japonês que tem combinações de cartas retangulares com desenhos, palavras e poemas em vez de números e figuras. No modo de jogar das crianças, conhecido como Iroha Karuta, o objetivo é encontrar a carta com a figura e a palavra correspondentes aos dizeres lidos pela pessoa escolhida para ficar com as cartas dos poemas. Ao final, vence quem tiver o número maior de cartas. Esse estilo de jogo se tornou popular no período Edo e trazia ditados populares. Outra forma de jogar cartas é o Hyakkunin-isshu, em que são utilizadas cartas pintadas à mão. Com 100 cartas de poemas e outras 100 com a figura do poeta, um texto e as suas últimas linhas da poesia, os jogadores tem como finalidade achar a carta correspondente ao poema lido.

KOMA

No Brasil, o velho e conhecido pião. Esse é um brinquedo mais comum entre os meninos. Foi levado da China para o Japão há milhares de anos, tornando-se popular no período Edo. Com a fieira (cordão usado para rodar o pião), os jogadores lançam seus piões em um círculo, a fim de jogar os adversários para fora dos limites permitidos.

KENDAMA

Esse é o tradicional bilboquê, em sua versão oriental. Com raízes na Europa, o brinquedo chegou ao Japão, já evoluído, no século 18. O kendama possui uma ponta de madeira e duas concavidades nas laterais, o que dá a possibilidade do jogador capturar a bola em três lugares diferentes.

Hobby que virou negócio

A brincadeira de criança virou coisa séria. A técnica milenar do origami, adaptada para o tecido, garantiu a Thaís Kato um novo negócio, que hoje movimenta aproximadamente R$ 25 mil.

Mayhara Nogueira

Quem ainda duvida da popularidade dos produtos artesanais e que eles são capazes de gerar renda nos dias de hoje, não conheceu a microempresária Thaís Kato. Ela aproveitou suas habilidades manuais para investir em um negócio próprio por meio do origami. A técnica, sem nenhum recorte, transforma o tecido em diversos acessórios: carteiras, porta moedas, marcador de livro, entre outros. O sucesso do empreendimento gera aos cofres da empresa R$22 mil por mês.

“Cinquenta minutos é o tempo que leva para fazer uma carteira de origami de tecido”, explica a empresária, que cuida de cada detalhe da produção dos acessórios.

Ela que é londrinense, mas reside em São Paulo, trabalha juntamente com o marido em casa e conta com a ajuda especial de pelo menos dez artesões terceirizados, escolhidos por meio de um critério bastante peculiar. “Ensinamos o pessoal da terceira idade e também jovens estudantes”, explica. “Ambos têm as sua dificuldade de se inserir no mercado, então acaba sendo uma oportunidade de renda para eles”, conta.

Hoje, a empresa, que possui grande visibilidade tanto na internet (www.thaiskato.com.br), quanto em pontos de venda bem localizados - quiosques no Shopping Plaza Sul, Metrópole e na tradicional feira na Benedito Calixto -, não começou por acaso.

Enquanto passava uma temporada em Londrina, há três anos, em função de um problema de saúde de sua mãe, para driblar a rotina, Thaís colocou a mão na massa e testou diferentes materiais para origami, técnica apreciada desde a infância. “Era uma brincadeira para passar o tempo”, comenta. “Utilizei tetra pak e depois pet, mas foi no tecido que eu tive melhores resultados”, lembra.

Porém, comercializar a ideia não fazia parte do plano inicial. “Eu gostava de presentear as amigas, quem viu o potencial do hobby foi o meu marido”, comenta. “Ele reparou que até os colegas estavam encomendando e então sugeriu que começássemos a vender.”

Bastou R$ 1 mil para deslanchar o empreendimento da dupla. “Com o dinheiro compramos tecidos e cola para confeccionar as 50 primeiras carteiras”, lembra Thaís. “O pequeno investimento se multiplicou.” Mensalmente são confeccionados 2.500 produtos. As carteiras ainda são as grandes protagonistas do negócio, no qual conta com 200 modelos mensalmente. A maioria dos tecidos são garimpados dentro e fora do Brasil.

Contudo, o comércio não é a única fonte de renda do casal. A empresa também fabrica por encomenda. Entre o grupo seleto de clientes, Thais trabalhou com Puma, Pentel e Red Bull. “Só o talento não é o suficiente para esse tipo de negócio. É preciso ter paciência, persistência e muita criatividade. Foi assim que consegui aos poucos conquistar clientes e aumentar as vendas.”

Época de Bonenkai

Dezembro é o mês dos bonenkais, que ao pé da letra significa festa de fim de ano. O evento é uma oportunidade para confraternizar com familiares, amigos e colegas de trabalho. Algumas Instituições, associações e entidades da comunidade se preparam para festejar as conquistas realizadas durante o ano.

Oscar Fujiwara

Especial para o Paraná Shimbun

Ao longo do último mês do ano, além das tradicionais festas de Natal e Ano Novo, os nikkeis têm outra oportunidade para confraternizar com familiares, amigos e colegas de trabalho. É no bonenkai, que ao pé da letra significa festa de fim de ano, que as pessoas também aproveitam para se divertir.

No Japão, a cultura dos bonenkais é bastante tradicional e são realizados tanto por famílias como pelas empresas. Originalmente a celebração, que começa na segunda quinzena de dezembro, se divide em duas partes principais. Na primeira, a população realiza uma limpeza geral nos ambientes profissionais e nos lares, que carrega toda uma simbologia, que vai muito além da questão higiênica. “Representa tirar tudo de ruim que aconteceu durante o ano e deixar limpo para uma nova etapa”, lembra Estela Okabayashi Fuzii, diretora do Núcleo de Estudos da Cultura Japonesa da Universidade Estadual de Londrina. É na segunda etapa que acontecem as festas, com muita fartura de comidas e bebidas, realizadas nas casas, associações, indústrias ou salões de festas. Estas ocorrem até o final do ano.

A comunidade nikkei do Brasil mantém a tradição dos bonenkais, aqui mais restritos aos espaços de trabalho e associações. A simbologia já foi um pouco perdida, mas as confraternizações continuam presentes, voltadas para a celebração do ano que passou. Em Londrina, os bonenkais já começam na primeira semana de dezembro.

No caso da Associação Kaiko, de artes marciais, a comemoração está marcada para o dia 5 de dezembro. O ano vitorioso e o sucesso do projeto Lutando para Ensinar, de apoio a jovens carentes por meio do treinamento do sumô, estão entre os motivos para a festa. “Apesar do aperto financeiro, o ano foi muito bom. Londrina é referência na modalidade dentro da América Latina”, comenta Cassiano Gomes, diretor da associação e presidente da Federação Paranaense de Sumô.

Já o Ishindaiko ainda não definiu a data exata de seu bonenkai, mas a festa está garantida para concluir um ano de importantes conquistas para o taikô londrinense. “O ano de 2010 foi muito bom. Não tivemos nenhum problema, viajamos bastante e coroamos o ano com o show de lançamento do DVD”, ressalta o coordenador Jânio Yamaguto.

O Grupo Hikari também irá fazer sua festa, na segunda quinzena de dezembro, para reunir seus integrantes e celebrar o sucesso de suas ações neste ano, como afirma o coordenador Luiz Kuromoto “É uma ocasião que une bastante as pessoas. Foi um ano sensacional, um dos melhores na história do grupo. É uma despedida do ano, porque vamos nos rever somente no ano seguinte”.

Kumis, Reconhecimento pelo trabalho

Os 13 kumis da cidade e o Conselho Deliberativo da Associação Cultural e Esportiva de Londrina (Acel), dentro da qual estes grupos atuam, receberam homenagem da Câmara Municipal de Londrina. A condecoração foi feita em reconhecimento ao trabalho realizado, pelo grupo ao longo dos 50 anos de atuação na cidade.

Oscar Fujiwara

Especial para o Paraná Shimbun

Em cerimônia realizada durante a sessão do dia 25 de novembro, a Câmara Municipal de Londrina prestou uma homenagem aos 13 kumis da cidade e ao Conselho deliberativo da Associação Cultural e Esportiva de Londrina (Acel), dentro da qual estes grupos atuam.

Durante o evento, proposto pelos vereadores Roberto Kanashiro e Tito Valle, os representantes de cada kumi receberam, dos integrantes da Casa, uma placa comemorativa em reconhecimento ao trabalho realizado ao longo dos 50 anos de atuação na cidade. “É uma forma de reconhecimento e estímulo a estes grupos que mantêm a unidade, cultura e tradição japonesa”, comenta Kanashiro.

Entre as atividades promovidas pelos kumis da cidade estão a realização de exposições agrícolas, eventos culturais, esportivos e sociais. Já chegaram a existir 28 destes grupos em Londrina. “É uma forma de organização e convivência que continua após mais de 100 anos do início da imigração. É um exemplo de união entre as famílias”, aponta o representante do 23º kumi, Hajime Kashimoto.

Significado – Os kumis surgiram no Japão como forma facilitadora de comunicação dentro de uma comunidade. Dividindo determinada área em diversos agrupamentos familiares regionais, e nomeando um representante para cada um, a transmissão de informações (reuniões, eventos e notas de falecimento, por exemplo) se tornou mais ágil, uma vez que cada representante se encarrega de comunicar todos de seu grupo sobre os acontecimentos envolvendo a comunidade.

Presidente do Wajunkai recebe homenagem

À frente do Wajunkai, instituição que cuida de idosos nikkeis do Paraná há 35 anos, Yomei Sasaki é homenageado pelo Governo Japonês. A cerimônia e a condecoração foram feitas na residência do Cônsul Geral, Noboru Yamaguchi, em Curitiba. Além das autoridades, amigos e familiares também estiveram presentes.

Governo Japonês condecora Sr. Yomei Sasaki

Vivian Fukushima

Autoridades, amigos e familiares estiveram presentes na entrega da homenagem ao Sr .Yomei Sasaki, presidente do Wajunkai de Maringá. A cerimônia foi realizada na residência do Cônsul Geral do Japão para os Estados do Paraná e Santa Catarina, Noboru Yamaguchi, em Curitiba, no dia 26 de novembro.

O Wajunkai é uma instituição que cuida de idosos nikkeis do Paraná. Há 35 anos, Sasaki san está à frente do asilo, cuidando dessas pessoas que precisam de algum tipo de assistência. Logo que a instituição foi criada, 16 idosos eram atendidos. Em 1998, a procura aumentou bastante chegando a quase 70 pessoas. Hoje, o Wajunkai, que recebe ajuda do governo e também doações, pode atender, no máximo, 50 idosos, porém, o objetivo é aumentar as instalações e atender até 200 pessoas.

Sasaki san também esteve à frente de outros feitos. O início da vida no Brasil foi como missionário, ajudando crianças especiais em São Paulo, sendo um dos fundadores da 1ª entidade Kodomo no Sono, em 1958, em Itaquera. Em 1986, trouxe o primeiro grupo de estudantes japoneses, da Universidade de Aichi Ken, para fazer intercâmbio no Brasil. A partir dessa data, todos os anos bolsistas japoneses desembarcam no país.

“O Sr. Sasaki ajudou bastante as pessoas com dificuldades tanto físicas quanto financeiras, sem a ajuda do governo japonês. Por toda essa trajetória de vida, o governo japonês concede a condecoração a ele pela contribuição. Se ele fosse para o Japão, receberia das mãos do Imperador”, comenta o cônsul Noboru Yamaguchi.

“Eu vim para o Brasil como missionário, portanto, tudo que fiz não foi, em nenhum momento, pensando em receber algo em troca. Não recebo esta homenagem apenas no meu nome, mas sim, representando toda a entidade”, diz Yomei Sasaki.

Nova Diretoria da Central Rubiácea

Assembleia Geral Ordinária, ocorrida no dia 27 de novembro, definiu membros da presidência, secretaria, tesouraria e Conselho Deliberativo da Associação. Masaji Numata e Nagao Abe foram escolhidos para os cargos de Presidente de Honra e Presidente Executivo, respectivamente.

Nova Diretoria da Central Rubiácea

O Presidente de Honra Masaji Numata, o atual presidente Nagao Abe e demais mebros da Diretoria da Associação, que fizeram uma Campanha de Doação de produtos não perecíveis entre associados e conseguiram cerca de meia tonelada de produtos, distribuídos ao Instituto de Câncer de Londrina.

Da Redação

Em Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 27 de novembro, foi eleita a nova diretoria da Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira Central Rubiácea de Londrina para o biênio 2011/2012.

Como Presidente de Honra, Masaji Numata; Presidente Executivo, Nagao Abe; vices Hiseko Kubota Yoshihara, Masami Shiruo e Tetsuo Ueda; Secretário Geral, Etsuko Kimura; 1ª Secretária, Francisca Yukita, 2ª Secretária Helena Kimura; Tesoureiro Geral, Romualdo Yukita; 1º Tesoureiro, Jorge Nishikawa; e Membros do Conselho Deliberativo Yuko Miura e Kasuo Matsumura.

Londrina é a 22ª cidade do país em geração de empregos

Com a criação de quase 10,5 mil vagas nos oito primeiros meses do ano, município mantém percentual superior à média nacional.

Da Redação

Com a divulgação dos dados do último mês do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego do Governo Federal, Londrina totalizou, nos oito primeiros meses de 2010, 10.475 novos postos de trabalho criados. O índice representa o grande aquecimento da economia local, que promove geração de mais empregos e renda à população.

Segundo estudos da Gerência de Projetos e Convênios do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), órgão vinculado à Prefeitura de Londrina, o município já supera, este ano, o percentual de crescimento de 2008, ano no qual se apresentaram os melhores resultados até então, com geração de 8.392 empregos de janeiro a agosto.

A cidade também mantém, nos últimos anos, percentuais de crescimento do nível de emprego consideravelmente superiores às médias nacionais. Em 2008, enquanto a faixa de crescimento do emprego em todo território brasileiro ficou em 5,01%, em Londrina o índice foi de 7,56%. No ano passado, mesmo com a crise, o município teve elevação de 4,11% na oferta de postos empregatícios formais, o que representou 5.191 novas vagas, um ponto percentual a mais que a média de aumento em âmbito nacional. De janeiro a agosto de 2010, novamente o percentual londrinense foi maior: 8,06%, contra 5,92% de média brasileira.

Com os índices elevados, Londrina foi alavancada, de maneira contundente, à 22ª posição entre os municípios que mais geram empregos no país, atrás apenas de 14 capitais e sete cidades interioranas e à frente de municípios que, há alguns anos, posicionavam-se rotineiramente acima, como Maringá e Joinville. A evolução é evidente quando se observa que, em 2006, a cidade ocupava o 69º lugar no ranking.

Para o presidente da Codel, Kentaro Takahara, as estatísticas são reflexos da estabilidade da economia nacional, somadas com ações arrojadas da administração municipal. “É claro que Londrina se aproveita do bom momento da economia nacional. Mas nossos índices, sempre superiores aos do Brasil, mostram que a cidade e a administração Barbosa Neto também têm feito o dever de casa”, apontou.

Para Takahara, os prognósticos para o futuro são positivos, com a formação de mão-de-obra técnica e especializada, por meio das universidades, investimentos em infraestrutura, como a reforma e ampliação do aeroporto, que está para sair do papel, e melhorias no Plano Diretor do Município, que prevê novas diretrizes ao zoneamento industrial da cidade.

Aniversário do Imperador

O Imperador do Japão, Akihito, comemora mais um ano de vida no dia 23 de dezembro. Porém, devido aos compromissos de final de ano, o Consulado Geral do País em Curitiba realiza a tradicional recepção na residência oficial do Cônsul-Geral, para comemorar a data. Noboru Yamaguchi, ao lado da consulesa Yuko, recepcionarão os convidados.
Consulado vai comemorar aniversário do Imperador

Da Redação

O aniversário do Imperador Akihito, do Japão, será comemorado este ano pelo Consulado Geral do País em Curitiba bem no início de dezembro. Mais precisamente no dia 2 desse mês, com a tradicional recepção na residência oficial do Cônsul-Geral, no Jardim Los Angeles, das 19h às 21 hora. Em sua segunda participação em um ato oficial, desde que assumiu o Consulado, no final de outubro, o Cônsul Geral Noboru Yamaguchi, ao lado da consulesa Yuko, vai receber convidados para celebrar a data natalícia de Sua Majestade o Imperador . A data efetiva do aniversário é 23 de dezembro, mas devido à proximidade do Natal e Reveillón, a comemoração é sempre antecipada.

Irmandade

Dia 22, o Cônsul recebeu o Governador de Hyogo, Toshizo Ido, em sua primeira intervenção. O convênio de irmandade Paraná-Hyogo, firmado em 5 de maio de 1970, resultou dos esforços do então deputado Antônio Ueno, que fez contato com várias Províncias japonesas, antes da definição por Hyogo. Muitos benefícios já resultaram do acordo, que possibilitou um mais forte relacionamento, principalmente no campo cultural e no meio empresarial. No momento, o Governador da Província irmã japonesa disse recentemente estar “trabalhando pela integração de nossas economias e culturas, e certamente os laços que nos unem tornam-se a cada dia mais sólidos”.

Hyogo & Kobe -A Província de Hyogo fica no centro do Japão. Sua Capital, Kobe, com pouco mais de 1,5 milhão de habitantes, está ligada às várias metrópoles japonesas por modernas rodovias e ferrovias, neste caso também pelo famoso Shinkansen (trem-bala). Cidade trepidante e alegre, de onde saíram os primeiros imigrantes para o Brasil, em 1908, Kobe é considerada a porta de entrada do Japão desde a inauguração de seu porto, em 1868. Em 17 de janeiro de 1995 um terremoto devastou a cidade, mas todas as cicatrizes foram pronta e perfeitamente curadas, a não ser pela lembrança dos 4.571 mortos, dois desaparecidos e 14.678 feridos e da destruição de ruas, estradas,edifícios, e casas. Hoje, Kobe, que abriga muitos trabalhadores brasileiros – a maioria, dekasseguis, de descendência nipônica – voltou à rotina, com seu porto em plena atividade, suas ruas repletas de jovens, sua tradicional hospitalidade e seu potencial de desenvolvimento em fase de superação.

Natal mais feliz

O Projeto Recrutando Vidas-Prorev, e a Vida Digital Vídeos uniram arte e solidariedade numa proposta diferenciada e que promete tornar este Natal ainda mais bonito e alegre. A Campanha Natal com Vida consiste em arrecadar brinquedos usados, mas em boas condições, e entregá-los às crianças assistidas pelo Projeto. E os que levarem um brinquedo até a Vida Digital Vídeo, ganharão a produção de um cartão de Natal personalizado, com foto em estúdio, que possibilita imprimir quantas vezes for necessário e enviar para familiares e amigos. A Campanha é válida até o dia 20 de dezembro.

Na foto, uma das clientes participantes da campanha, Letícia Kiyuna, de 4 anos. No início de dezembro, a pequena embarca com mãe, Mary Medeiros para Osaka, no Japão, onde passam Natal e Ano Novo com os avós maternos, Sra. Ivete e Sr. Luiz Kiyuna.

Serviço:

Vida Digital Vídeo

Telefone: (43) 3304-9492