Jornal Parana Shimbun

Cultura do Brasil

A cultura do Brasil é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Verdadeiro mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas a cultura brasileira.

A diversidade cultural predominante no Brasil é consequência também da grande extensão territorial e das características geradas em cada região do país.

As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, culinária, folclore, artesanato, caracteres emocionais, religiosos, costumes, festas populares e na língua portuguesa brasileira.

É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição dos povos indígenas, como os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas. Enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada. Em outras regiões, há uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos, espanhóis e indígenas.

No Sul do país, as influências de imigrantes italianos e alemães, estão presentes na língua, culinária, música e artesanato. Outras etnias, como os árabes, alemães, espanhóis, portugueses, poloneses, holandeses, italianos, ucranianos, argentinos e japoneses contribuíram regionalmente com a cultura brasileira.

Empregos no Japão

O número de Brasileiros não-descendentes aumenta no Japão

Para os não-descendentes, as regras para se viver no Japão são as mesmas aplicadas por quase todos os outros países. É necessário tirar um visto que permita a pessoa ficar/morar no país. Os vistos mais comuns são:

  • Visto de Curta Duração (até 90 dias),
  • Visto de Estudante (2 anos, podendo ser renovado),
  • Visto de Trabalho (1 a 3 anos, podendo ser renovado várias vezes).
  • Visto de Cônjuge (para quem se casar com um cidadão japonês).

Para tirar o visto de trabalho, é necessário que o emprego no Japão já esteja garantido. A empresa contratante que irá “patrocinar” o seu visto cuidará da emissão do Certificado de Elegibilidade, documento emitido pelo Departamento de Imigração do Japão que atesta que você está apto a migrar para o país. 

A qualificação é fundamental para conseguir um emprego no Japão. Uma das condições para conseguir o Certificado de Elegibilidade é que o trabalho se enquadre na lista de profissões qualificadas pré-determinadas pela imigração japonesa.

Outra condição fundamental é aprender a língua japonesa, isso facilita a comunicação e aumenta as oportunidades. Caso ainda não domine a língua japonesa, o domínio do inglês é fundamental.

O visto de estudante é a primeira opção para morar no Japão

Este é um dos caminhos mais comuns. Ir primeiro ao Japão a estudos, através de um intercâmbio ou para fazer mestrado e doutorado. Ao final do curso, participar do processo seletivo de diversas empresas até conseguir um emprego.

Se você encontrar um trabalho enquanto ainda está com o visto de estudante, você poderá tirar o visto de trabalho sem nem sair do Japão. Apenas lembre-se que este trabalho precisa ser qualificado (que exige curso superior).

Saiba mais sobre a Lei de Imigração Japonesa

Os descendentes de japoneses tem sim um privilégio quanto a isso. Mas o fato é que o processo para um brasileiro não-descendente migrar para o Japão é exatamente o mesmo que um americano, italiano, chinês ou indiano. A dificuldade para um brasileiro não é maior nem menor do que para qualquer outro estrangeiro.

Não há nenhum tipo de discriminação e nem privilégio para outras nacionalidades. Se você acessar a página com os requisitos para a emissão do Certificado de Elegibilidade, verá que o processo é igual para todos. Sendo assim, é totalmente possível morar e trabalhar no Japão sem ser descente, porém, você precisa se qualificar para tal visto.

Quando tudo estiver resolvido e o emprego garantido, o ingresso acontecerá de forma automática, através do visto de trabalhador emitido e comprovado, o que garante a estadia e segurança dos não-descendentes.

Notícias

A admissão de mais trabalhadores estrangeiros é a única salvação econômica para o Japão

A mudança na política de imigração, na qual o status de residência, anteriormente era limitado a especialistas avançados como médicos e professores, é levantado no campo de trabalho simples. No final do ano de 2018, o Parlamento do Japão votou a favor da entrada de um número nunca antes visto antes no Japão serão 345.150 trabalhadores estrangeiros nos próximos cinco anos.

O governo japonês demonstrou que o Ato Revisto sobre a Lei de Refugiados da Imigração, estabelece um status de residência da “Habilidade Específica Nº 1” que assume o trabalho que requer certas habilidades e “Habilidade Específica Nº 2”, assumindo trabalhos que exigem habilidades qualificadas. 

O termo de residência do número 1, é 5 anos em total e é impossível trazer uma família. 

No termo de residência do número 2, tem a possibilidade de poder viver permanentemente renovando o período de permanência e pode trazer um cônjuge ou uma criança.

Considerado mais de uma dúzia de indústrias como construção, agricultura e cuidados de enfermagem que carecem de recursos humanos. 

O primeiro-ministro Shinzo Abe realizou uma conferência de imprensa no gabinete do primeiro-ministro no encerramento da sessão extraordinária da Dieta. Após o estabelecimento da lei revisada de controle de imigração, que o governo e os partidos dominantes consideraram como o projeto de lei mais importante, ele anunciou que montará uma política básica para expandir a aceitação de trabalhadores estrangeiros e medidas abrangentes para melhoria ambiental no decorrer do ano. “Eu claramente estabeleço o limite superior do número de pessoas que eu aceito e limito o período.” 

Em relação à expansão da aceitação de trabalhadores estrangeiros, o primeiro-ministro Shinzo Abe enfatizou a necessidade na sessão plenária da Câmara dos Deputados ontem na sessão plenária de “aceitar pessoal com capacidade imediata para lidar com escassez grave de trabalho”. 

Ele disse: “Não adotarei a chamada política de imigração”. Apesar das grandes mudanças políticas que abrem o caminho para a residência permanente, pode não ser uma interpretação conveniente repetir que “diferente da política de imigração”. 

O número de japoneses nativos está diminuindo, entre 2010 e 2015 a população diminuiu em quase um milhão de pessoas. No ano passado, caiu mais 227 mil. Em paralelo, o número de residentes com mais de 65 anos atingiu 27% da população total, um recorde. Segundo estimativas, esse contingente de idosos deverá subir ainda mais, para 40%, em 2050.

A taxa de disponibilidade de empregos atingiu o maior nível em 44 anos: 160 para cada 100 trabalhadores. Em outras palavras: há muitos empregos disponíveis que os japoneses mais velhos não podem fazer e que os japoneses mais jovens não querem fazer.

Em outubro do ano passado, havia aproximadamente 1,28 milhão de trabalhadores estrangeiros trabalhando no Japão. Apesar de não aceitar a aceitação de trabalhadores não qualificados, na realidade o número de trabalhadores a tempo parcial para estagiários técnicos e estudantes estrangeiros que pretendem adquirir competências aumentou rapidamente. 

Não há como negar que o sistema de estágio técnico tornou-se um meio de garantir uma força de trabalho barata, e tem havido uma série de problemas, como estar sobrecarregado com baixos salários e onde faltam aprendizes. O emprego ilegal de estudantes estrangeiros do Nepal, Vietnã, etc. tem sido um problema mesmo na prefeitura. Entre eles, alguns estudantes foram pegos pela doce voz do comerciante e vieram para o Japão com uma grande folha. 

Sob o novo sistema, é rigorosamente julgado se o “contrato de trabalho adequado“, como compensação (salário) igual ou superior ao japonês. Mas na situação atual, a equiparação enfrenta desafios, pois o problema do sistema de treinamento prático ainda não foi resolvido. Os aprendizes poderão trabalhar por até 10 anos se adquirirem a 1ª qualificação. 

Governo japonês quer mais estrangeiros trabalhando no país em 2020

A agência de imigração do Japão planeja adotar mais medidas para divulgar um novo tipo de visto de trabalho com o objetivo de ampliar o número de trabalhadores estrangeiros no país.

Apenas trezentas pessoas obtiveram esse visto nos últimos seis meses.

O visto de categoria-1 entrou em vigor em abril. Ele permite que estrangeiros com competências profissionais específicas trabalhem em 14 áreas, incluindo cuidados, enfermagem e construção.

O governo estima que até 47 mil pessoas vão solicitar esse visto até o fim do ano.

A Agência de Serviços de Imigração disse hoje (1º) que até o dia 20 de setembro, 2.062 pessoas haviam solicitado o visto de categoria-1, e trezentas tiveram a solicitação aceita.

A agência espera que mais pessoas obtenham o novo visto conforme amplia seus esforços para divulgar o sistema e acelerar os procedimentos de avaliação.

A agência também disse que planeja considerar a expansão do número de áreas que podem aceitar trabalhadores estrangeiros para aliviar a severa falta de mão-de-obra no país.

O ministro da Justiça, Katsuyuki Kawai, disse que, do ponto de vista da aceitação de trabalhadores estrangeiros como membros da sociedade japonesa, ele gostaria de melhorar o ambiente de trabalho, de forma que mais pessoas queiram atuar no país.

Veja o artigo completo publicado na emissora pública de televisão do Japão – NHK.

Japão flexibiliza regras para imigrantes – saiba como se candidatar a uma vaga

A carência de mão de obra no Japão, cuja população envelhece de forma acelerada, não é novidade, mas se agravou com as obras para as Olimpíadas de Tóquio, em 2020. O país perdeu um milhão de pessoas entre 2010 e 2015. A previsão é que a população atual de 127 milhões se reduza a 86,7 milhões em 2060.

“O problema de falta de mão de obra no Japão é crônico. No longo prazo, precisamos de trabalhadores estrangeiros. A tendência é aumentar o número de brasileiros”, diz o cônsul-geral japonês em exercício em São Paulo, Akira Kusunoki, que recomenda aos interessados conhecer bem os hábitos do país, tradicionalmente fechado para estrangeiros, antes de tomar a decisão, o que facilita a adaptação.

O fraco desempenho da economia e o alto desemprego no Brasil contribui para o êxodo rumo a terras japonesas. A Itiban, maior agência de recrutamento para o Japão, enviava de 150 a 200 brasileiros ao mês para o país asiático até o ano passado. Nesse ano, o número cresceu e chega a 300.

“A crise no Brasil e a recuperação mais lenta da economia explicam a maior procura. É diferente do passado. Hoje o brasileiro quer ir com a família e ficar mais tempo”, diz Kleber Ariyoshi, diretor da Itiban.

Esses brasileiros vão para trabalhar de dez a doze horas por dia, ganhando entre US$ 10 e US$ 14 a hora, dependendo do ramo de atuação e região da empresa. A maior parte das oportunidades está em montadoras, fabricantes de autopeças, empresas de alimentos e de eletroeletrônicos. É importante falar japonês para também se candidatar a vagas em lojas de conveniência ou até no cuidado de idosos.

Ariyoshi conta que a cultura, a culinária e o tipo de trabalho – braçal e com longa jornada – são os fatores que mais podem dificultar a adaptação dos brasileiros. Alguns chegam a desistir quando se dão conta do que os espera.

O custo de um processo como esse, que inclui visto e passagem, fica entre US$ 2,5 mil e US$ 3,3 mil e é financiado pela empreiteira (empresa no Japão que faz a intermediação com as indústrias). O pagamento, na maior parte dos casos, tem início no segundo mês, dividido em seis vezes por ano.

Para melhorar a adaptação dos brasileiros, o centro de apoio ao trabalhador da Bunkyo, associação de cultura japonesa de São Paulo, oferece palestras e cursos para esse público. Um dos professores é José Vanzelli. Ele conta que, diferente dos decasséguis pioneiros da década de 1990, os interessados na imigração hoje não possuem laços tão próximos com a cultura japonesa, mesmo os descendentes.

“O maior interesse deles é ter informações básicas de como se comportar. Entender a questão da hierarquia e hábitos do dia a dia. Querem ser aceitos”, conta Vanzelli, logo após dar uma palestra em que explicava, entre outros temas, como inclinar o corpo de acordo com cada variação da tradicional saudação japonesa.

Filhos de brasileiros no Japão começam a superar barreiras no mercado de trabalho qualificado

Renan Eiji Teruya, com 27, anos, é o primeiro brasileiro a passar no exame da Ordem dos Advogados do Japão.

Quase 30 anos após o início da imigração para o Japão de brasileiros descendentes de japoneses, os filhos desses imigrantes começam a conquistar cargos que seus pais nunca imaginaram serem possíveis no país asiático.

Há um aumento de imigrantes brasileiros no Japão que está começando a alcançar postos inacessíveis a seus pais quase três décadas após o início da migração ao país asiático. Hoje, cavam espaço como professores, artistas e executivos de empresas.

Oficialmente, o Japão não admite imigrantes. Mas em 1990 o país mudou a lei para poder receber mão de obra formada por descendentes de japoneses até a terceira geração, e ofereceu-lhes visto de residência permanente. Conhecidos como decasséguis, eles sempre tiveram sua imagem associada ao macacão das fábricas. E embora sejam considerados imigrantes, continuam estrangeiros e não têm obrigação de matricular as crianças na escola.

Quando os filhos conseguem atuar em profissões também visadas pelos japoneses, acabam despertando o interesse da imprensa local, porque é como estivessem seguindo um caminho não natural ao seu destino. Ou seja, longe das fábricas e do trabalho braçal.

Com o diploma universitário obtido em uma das quase 780 universidades do Japão, essa geração de jovens filhos de “imigrantes” também chamam a atenção dos japoneses pelo ineditismo de suas conquistas.

Dados do Ministério da Justiça do Japão estimam em 2,5 milhões o número de estrangeiros residentes no país, sendo que 196.781 são do Brasil. Desse total, mais de 20% são jovens com até 18 anos. Mesmo tão novos, muitos se encontram trabalhando em fábricas, como seus pais. Outra parcela também decidiu seguir a vida acadêmica e tomar outros rumos profissionais.

No Japão, a criança é matriculada sempre na série correspondente à idade. Quanto mais velho for o aluno recém-chegado, maiores serão as dificuldades que enfrentará. A barreira linguística impede o estrangeiro de exercer seus direitos, por isso a importância de estudar o idioma local, por mais difícil que ela seja.

Porém, apesar do longo tempo de permanência no Japão, muitos brasileiros avançaram pouco no aprendizado da língua, mantendo-se fechados na roda de amigos com quem só se comunicam em português.

Levantamento feito pelo Ministério da Educação do Japão em 2017 identificou 34.334 alunos estrangeiros e 9.612 japoneses (de famílias internacionais ou crescidas no exterior) que precisavam de assistência especial na escola, devido à dificuldade de se comunicar e entender o idioma japonês. Entre os estrangeiros, 25,6% eram crianças falantes nativas do português.

Saúde

Medicina Tradicional Chinesa (MTC) deu origem a medicina Kampo a Medicina Tradicional do Japão

A medicina Kampo do Japão, freqüentemente conhecida simplesmente como Kanpō, é o estudo da medicina tradicional chinesa no Japão. 

A medicina tradicional japonesa usa a maioria das terapias chinesas, incluindo acupuntura e moxabustão , mas Kampō, no sentido atual, está principalmente preocupado com o estudo de ervas.

Cerca de 75% das ervas cruas usadas nos produtos MTC do Japão costumavam vir da China. Para garantir a qualidade das ervas, a Tsumura & Co., maior fabricante japonesa de MTC, instalou 70 locais de plantio de ervas na China, enquanto a maior produtora de MTC da China, Tongrentang, possui apenas oito. Mas o que está mudando agora é que a China pode até estar perdendo seu papel de fornecedor dominante de matérias-primas para as ervas medicinais.

A kampô, que significa literalmente “medicina Han (chinesa)”, ter sido desenvolvida no Japão, não é de modo algum um novo fenômeno. Os japoneses e sul-coreanos juntos representam 80% da produção de medicamentos tradicionais chineses (MTC) , enquanto a China é responsável por apenas 5%.

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Beleza

Kbeauty – cosméticos e produtos de beleza Coreanos, são sucesso em todo mundo

Durante muito tempo, a França e o Japão foram considerados um símbolo dos negócios de cosméticos em todo o mundo. 

A Coréia conseguiu alcançá-los em pouco tempo, graças à ao equilíbrio de sua indústria fundamental acumulada, química, biociência e cultura coreana.

A onda coreana, chamada “hallyu”, é sobre a disseminação da cultura pop sul-coreana e como todas as coisas coreanas – comida, dramas, maquiagem, filmes e música – se propagaram pelo mundo através das mídias sociais e plataformas online. Muito dessa onda irradia da música, K-pop, com artistas como PSY, Wonder Girls e BTS, cujo visual, estilo e som ousados atraem fãs globais. E os consumidores passaram a desejar e querer os produtos utilizados pelas celebridades coreanas.

A Coréia também é um dos poucos países com “cosméticos funcionais”, um rótulo permitido pela Administração de Medicamentos e Alimentos da Coréia para propriedades antirrugas, estimulantes da elasticidade, desbotamento de pigmentos e protetor solar. Isso alimentou mais pesquisas para melhores produtos.

A Coréia se tornou a base de testes de muitas empresas de cosméticos mundialmente famosas, que estudou o comportamento por trás do uso de cosméticos nos coreanos . Os consumidores coreanos conhecem muito bem os diferentes tipos e ingredientes cosméticos e são exigentes. Eles são os primeiros adaptadores de novos produtos, e as tendências cosméticas vêm e vão muito rapidamente na Coréia, em parte devido à onipresente Internet de alta velocidade e uso intenso de mídias sociais.

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Negócios

Tendências das pequenas empresas em 20 anos do século 21

 Isso significa que muitos empreendedores nasceram no século 21. Desde ano 2000 até agora, houve mais mudanças na maneira de fazer negócios e se relacionar com os clientes que em todo século 20. As principais mudanças estão relacionadas ao Marketing Digital, a maneira de divulgar e vender produtos. Além do marketing a estrutura das empresas também mudou.

Esqueça as dores de cabeça na contratação, o gerenciamento de problemas e a documentação adicional da administração de uma empresa com os funcionários. Segundo o Census Bureau, pequenas empresas sem folha de pagamento compõem mais de 70% das 27 milhões de empresas americanas, com vendas anuais de US $ 887 bilhões.

Um império de alguém pode operar em um local de baixo custo, como o escritório em casa, e ser mais ágil que as grandes empresas. As empresas individuais podem tirar proveito da terceirização de muitas funções enquanto se concentram nos principais pontos fortes. O império de um modelo atrairá cada vez mais funcionários corporativos, deixando para trás grandes empresas com pensões e segurança no trabalho limitadas. As pequenas empresas construídas em torno do império de um modelo poderão enfrentar a tempestade de talentos perfeita no horizonte.

Uma população que envelhece rapidamente, um rápido declínio de trabalhadores mais jovens, combinado com a concorrência global, cria a tempestade perfeita para uma grave escassez de mão-de-obra. Ao contrário da escassez de mão-de-obra anterior, esse é um fenômeno global que afeta trabalhadores em muitas áreas e empresas de todos os tipos. Continuará por grande parte do futuro, independentemente dos ciclos econômicos.

A imigração oferece pouco conforto a outros países que enfrentam dificuldades semelhantes; manter os cidadãos será uma prioridade. Essa tempestade significa que as pequenas empresas terão que competir agressivamente por talentos e aprender a envolver totalmente os corações e mentes dos funcionários.

O ativo mais importante que será totalmente realizado no futuro é o universo criativo de 3 libras em nossas cabeças. Nossa verdadeira vantagem competitiva é nossa capacidade de criar e executar novas idéias de negócios. Embora tenhamos dominado os fundamentos dos negócios, como vendas ou marketing, ainda precisamos entender o conceito de inovação. As empresas mais inteligentes darão um salto adiante com o entendimento de que a inovação é um sistema dependente de processo, em oposição a um flash de gênio.

As percepções atuais de inovação dizem respeito a grandes idéias e principalmente tecnológicas. As grandes idéias têm uma taxa de sucesso menor do que as pequenas inovações. Inovações podem ocorrer em todos os aspectos dos negócios, desde novas idéias de atendimento ao cliente até melhorias nas operações. Uma ideia não é uma inovação até ser aplicada e ter lucro . O futuro pertence às pequenas empresas que podem transformar inovações em lucros. Saber mais… clique aqui!

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Cultura do Paraná

A cultura do Paraná é a soma de uma grande quantidade de etnias. Tudo começou com uma cultura rica e simbólica dos povos indígenas. 

A partir do ano de 1500, teve a influência dos espanhóis e portugueses ao mesmo tempo, com a divisão das capitanias hereditárias o litoral ficou com Portugal e o restante do estado com a Espanha.

Os escravos africanos começaram a chegar no Paraná a partir do século 17. A imigração africana no Brasil, foi uma imigração forçada pela escravidão, mas o legado da cultural africana transmitido pelos afrodescendentes é inegável.

A partir do século 19, os fluxos migratórios com destino ao Paraná se intensificaram. Os alemães foram os primeiros a chegar ao Paraná, depois vieram os Italianos e os Poloneses. 

No século 20, com a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, surge novos fluxos migratórios. Chegam alemães, poloneses, ucranianos, italianos, portugueses, holandeses, espanhóis, árabes, argentinos e japoneses.

Esportes

Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) não fala em meta de medalhas para os Jogos de Tóquio 2020, mas está claro que um objetivo é superar as 19 medalhas conquistadas na Rio 2016, que é o recorde histórico do país.

Para Tóquio 2020, foram incluídos skate, surfe e caratê, modalidades que não estavam no programa olímpico do Rio. E, deste trio de esportes, é possível que venham pelo menos cinco pódios para o Brasil, que é uma das maiores potências no Surf e Skate. Além de brigar por pelo menos duas medalhas no tatame.

Apesar dos atletas estarem tendo menos apoio financeiro do que no último ciclo, o número de medalhas pode aumentar. Não pela evolução do esporte nacional, mas pela mudança, benéfica para o Brasil, no programa de provas.

Os estudos do Comitê Olímpico do Brasil (COB) demonstram que a cada quatro chances de medalha, o país conquista uma. Então, se a delegação quer superar as 19 medalhas conquistadas nos Jogos do Rio, precisa chegar com quase 80 possibilidades de pódio.

Atletas Brasileiros com chances de medalhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020

Arremesso de Peso
Darlan Romani

Atletismo
Alison Santos

Atletismo
Erica Sena

Boxe
Beatriz Ferreira

Boxe
Hebert Conceição

Canoagem
Isaquias Queiroz

Canoagem slalom
Ana Sátila

Esgrima
Nathalie Moellhausen

Ginástica Artística
Arthur Nory

Ginástica Artística
Arthur Zanetti

Ginástica Artística
Flávia Saraiva

Judô
Mayra Aguiar

Judô
Rafael Silva

Judô
Maria Suelen

Judô
Rafaela Silva

Maratona aquática
Ana Marcela Cunha

Natação
Bruno Fratus

Skate
Pamela Rosa

Skate
Rayssa Leal

Skate
Letícia Bufoni

Skate
Yndiara Asp

Skate
Pedro Barros

Skate
Luiz Francisco

Skate
Pedro Quintas

Skate
Kelvin Hoefler

Surfe
Gabriel Medina

Surfe
Filipe Toledo

Taekwondo
Maicon Andrade

Taekwondo
Edival “Netinho”

Taekwondo
Milena Titoneli

Tênis de mesa
Hugo Calderano

Vela
Martine Grael e
Kahena Kunze

Vôlei de Praia
Ágatha e Duda

Vôlei de Praia
Ana Patrícia
e Rebecca

Vôlei de Praia
Alison e Álvaro

Vôlei de Praia
Evandro e Bruno

Equipe mista – Judô

Equipe de Vôlei feminino

Equipe de Vôlei masculino

Equipe de Atletismo masculino

 

Cartazes oficiais de arte de Tóquio 2020 serão exibidos em janeiro

No início do ano em 2020, os pôsteres oficiais de arte de Tóquio 2020 serão oficialmente divulgados pela primeira vez em público. Os 20 pôsteres serão exibidos no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, um dos principais museus do país, de 7 de janeiro a 16 de fevereiro.

Esses pôsteres de arte incentivarão todos a entrar no espírito olímpico e paralímpico e celebrar a excelência esportiva durante os Jogos de Tóquio 2020.

O pintor vencedor do prêmio Turner britânico Chris Ofili se juntou à formação de artistas de renome internacional que contribuirão com obras de arte. Ofili já havia sido contratado para criar pôsteres para Londres 2012.

Além de Ofili, a exposição também contará com o trabalho de artistas japoneses, como os mangás Naoki Urasawa e Hirohiko Araki e vários outros países sobre o tema dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Esta exposição será a primeira exibição pública dos pôsteres oficiais de arte de Tóquio 2020. Asao Tokolo, o artista japonês que projetou os emblemas de Tóquio 2020, criará duas obras, uma baseada no tema dos Jogos Olímpicos e outra nos Jogos Paraolímpicos.

Este projeto está em colaboração com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio (Tóquio 2020), o Governo Metropolitano de Tóquio e a Fundação Metropolitana de Tóquio para História e Cultura.

Antes da exposição, o Tokyo 2020 planeja realizar uma prévia da imprensa e uma cerimônia de abertura em 6 de janeiro. Detalhes da prévia da imprensa e da cerimônia de abertura serão anunciados posteriormente.

Sobre arte oficial pôsteres
Desde o início do século XX, os pôsteres foram criados pelos comitês organizadores dos Jogos Olímpicos (OCOGs) para promover e divulgar esse importante evento esportivo e cultural. Com seu amplo apelo popular e imagens ousadas e facilmente reconhecíveis, os pôsteres olímpicos continuam a capturar a imaginação internacional e ajudam a estabelecer a aparência e a sensação específicas de cada Jogos. Alguns OCOGs encomendaram artistas e designers de renome internacional para criar pôsteres altamente individualistas e deixar um poderoso legado para sempre associado a uma edição específica da Olimpíada. Muitos desses pôsteres de arte olímpica tornaram-se ícones artísticos e culturais. Mais recentemente, pôsteres paraolímpicos foram criados especificamente para cada Jogos Paraolímpicos.

Robôs do tipo mascote de Tóquio 2020 visitam escola em Shinagawa

O Projeto Robô Tóquio 2020 traz à vida a Visão dos Jogos 2020 de Tóquio de “realizar os Jogos mais inovadores da história e trazer reformas positivas para o mundo”.

Na semana passada, os robôs do tipo mascote de Tóquio 2020 fizeram uma visita à Escola Hoyo-no-mori, na ala Shinagawa de Tóquio, juntamente com representantes do Tóquio 2020 para demonstrar os novos recursos do robô.

Os robôs do tipo mascote foram desenvolvidos em conjunto pela Tokyo 2020 e pela Toyota Motors Corporation, que forneceram suporte técnico ao projeto. Os robôs podem demonstrar movimentos de competição esportiva e também podem reconhecer palavras e expressões faciais. Eles também podem responder e demonstrar habilidades de hospitalidade ou omotenashi ao estilo japonês , demonstradas pela primeira vez em público.

Os robôs do tipo mascote também mostraram suas habilidades no rugby e no basquete em cadeira de rodas. Eles fizeram um teste com as crianças, que tentaram adivinhar o esporte a partir das ações dos robôs.

Usando sua capacidade de reconhecimento de voz, os robôs responderam quando seus nomes foram chamados ou quando as crianças disseram ‘olá’, tanto em japonês quanto em inglês. Os robôs receberam aplausos toda vez que responderam corretamente.

“Os robôs não apenas entenderam as palavras, mas também perceberam expressões faciais. Isso foi incrível. Parecia que eles realmente nos entendiam ”, disseram os alunos.

No final do evento, os robôs do tipo mascote alinharam na saída e acenaram adeus a todas as crianças. As crianças também acenaram de volta e gritaram ‘Kawaii!’ (A palavra japonesa para ‘fofo’) quando eles passaram pelos robôs e os viram de perto.

Esses robôs do tipo mascote receberão os atletas e espectadores em locais relacionados aos Jogos durante os Jogos e fornecerão suporte remotamente para aqueles que não podem participar dos Jogos pessoalmente. Mais detalhes sobre os robôs do tipo mascote e suas funções serão fornecidos em devido tempo. Fique atento às atualizações do “Tokyo 2020 Robot Project”

Tóquio 2020

Simbologia dos emblemas dos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

Um design de xadrez que foi amado em todo o mundo na história e se espalhou no Japão como o “padrão xadrez” no período Edo, índigo com uma cor tradicional japonesa, representando um caractere japonês estiloso.

Combinando três tipos de quadrados com formas diferentes para mostrar diferenças em países, culturas e idéias. Embora exista uma diferença, o design que se conecta inclui uma mensagem de “diversidade e harmonia”, indicando que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos reconhecem a diversidade e buscam um mundo conectado.

Três retângulos diferentes representam diversidade.

É interessante porque todo mundo é diferente.
Todo mundo é diferente, mas conectado.
Chegará o momento em que vocês se tornarão um, admitindo e apoiando um ao outro.

Dois emblemas feitos com a mesma forma e o mesmo número de quadrados.
É uma prova de que tudo é igual.
As pessoas estarão conectadas entre si além dos obstáculos, além de todos os obstáculos.

A emoção do esporte e a emoção do esporte podem ser compartilhadas por qualquer pessoa no mundo.
Reúna todos ao redor do mundo.

Um novo futuro certamente virá daqui.

Lema dos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

O lema do evento é uma mensagem que aprimora a visão do evento e captura a essência das idéias e conceitos que os Jogos de Tóquio 2020 desejam compartilhar com o mundo. Nas recentes Olimpíadas e Paraolimpíadas, ela desempenha um papel importante, como ser exibida na decoração de locais de competição, decoração urbana e mídia digital.

O anúncio do lema do evento determinará como os Jogos de Tóquio 2020 serão lembrados pelas pessoas. Esperamos que a mensagem colocada no lema chegue com firmeza a todos vocês e que seja um torneio inesquecível para tantas pessoas quanto possível, e continuaremos a nos preparar constantemente para a realização dos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos.

Aguarde o anúncio do lema dos Jogos de Tóquio 2020!

Tóquio 2020 – Rumo a uma competição inovadora

Projeto Robot 2020 – TOKYO 2020

Durante o torneio, continuaremos a trabalhar em projetos que visam promover a implementação social de robôs como resultado do torneio, além de ajudar as pessoas a se reunirem em várias situações e mostrarem-lhes úteis.

Durante os Jogos de Tóquio 2020, atraindo a atenção de pessoas de todo o mundo, os robôs se aproximam de pessoas em várias situações e enviam números úteis.
Apresentando um futuro positivo ao Japão e ao mundo, promovendo a implementação social de robôs no torneio.

Medalha Olímpica de Tóquio 2020

Os atletas têm não apenas a parte gloriosa, mas também os esforços diários para vencer. 

O design da medalha olímpica de Tóquio 2020 é baseado no tema da luz e brilho, com a imagem de polir uma pedra áspera. 

A medalha completada coleta e reflete uma miríade de luz, que simboliza a energia dos atletas e das pessoas que eles apoiam. 

É um design que traz vários brilhos que mostram diversidade, com o desejo de se tornar um mundo onde pessoas que competem no esporte e trabalham duro podem ser elogiadas. 

Além disso, essa parte brilhante é uma imagem de como as pessoas ao redor do mundo estão de mãos dadas.

Medalha de Ouro Olímpica de Tóquio 2020

Medalha de Prata Olímpica de Tóquio 2020

Medalha de bronze olímpica em Tóquio 2020

Fita da medalha olímpica de Tóquio 2020

O design da fita que honra a glória dos jogadores usa índigo e vermelho que simbolizam os Jogos de Tóquio 2020, e o design usando o brasão Kumi Ichimatsu de estilo japonês expressa diversidade e harmonia com um sentimento festivo.

Além disso, para as pessoas com deficiência visual, a parte superior é impressa em silicone com uma impressão em silicone nas costas, duas medalhas de ouro, duas medalhas de prata e três medalhas de bronze.

Caixa/Estojo “case” das Medalhas Olímpicas de Tóquio 2020

Um “case” (caixa/estojo) de medalha de madeira índigo que o povo japonês conhece desde os tempos antigos. Usando tammo doméstico, é cuidadosamente terminado um por um com técnicas e artesanato japoneses avançados em madeira. 

Cada um tem um caráter único e distinto que aparece na parte de trás da cor índigo e simboliza a diversidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. É possível exibir a medalha como está abrindo a tampa circular e o corpo principal com um ímã, como um anel conectado.

Medalha Paraolímpica de Tóquio 2020

As medalhas paraolímpicas de Tóquio 2020 são marcadas com “Tóquio 2020” em braille na frente, de acordo com as regras do Comitê Paraolímpico Internacional.

Para entender a diferença entre as medalhas de ouro, prata e bronze, uma medalha de ouro, duas medalhas de prata, três medalhas de bronze e um recuo circular ao lado da medalha. Este recuo é a primeira especificação na história dos jogos.

Medalha de ouro paralímpica em Tóquio 2020

Medalha de Prata Paralímpica de Tóquio 2020

Medalha de bronze paralímpica em Tóquio 2020

Faixa de medalha paraolímpica de Tóquio 2020

O design da fita que honra a glória dos jogadores usa flores de cerejeira, além do vermelho que simboliza os Jogos de Tóquio 2020, e o design usando o brasão Kumi Ichimatsu de estilo japonês expressa diversidade e harmonia com um sentimento festivo.
Além disso, para as pessoas com deficiência visual, uma impressão de silicone na parte de trás dá uma medalha de ouro, duas medalhas de prata e três medalhas de bronze, para que o ranking possa ser entendido ao tocar com a mão.

Caixa/estojo “case” da medalha paraolímpica em Tóquio 2020

Uma caixa/estojo “case” de medalha de madeira índigo que o povo japonês conhece desde os tempos antigos. Usando tammo doméstico, é cuidadosamente terminado um por um com técnicas e artesanato japoneses avançados em madeira. Cada um tem um caráter único e distinto que aparece na parte de trás da cor índigo e simboliza a diversidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. É possível exibir a medalha como está abrindo a tampa circular e o corpo principal com ímãs como um anel conectado. Além disso, para facilitar o transporte de medalhas para os atletas, também criamos uma bolsa para transportá-las separadamente do estojo.

Artes

Animes e Mangás são considerados arte na cultura pop do Japão

Uma das principais razões por trás do grande apelo que o “Anime” celebra em nossa era moderna se deve ao seu estilo de arte incomumente distinto.

A palavra “Anime”, nos personagens japoneses de katakana, basicamente conota um estilo distinto de animação originário do Japão. No Japão, anime é usado como um termo genérico para se referir a todas as animações de todo o mundo. Em inglês, muitos dicionários o definem como um estilo de animação desenvolvido no Japão. 

A etimologia da palavra “Anime” ainda é bastante contestada. Os caracteres japoneses Katakana, ao contrário de seus equivalentes Hiragana, usados exclusivamente para palavras japonesas, são usados exclusivamente para palavras não japonesas. Esse fato verifica que a palavra “Anime” não é genuinamente japonesa. 

O dicionário de etimologia afirma que a palavra “anime” é derivada da palavra francesa “dessin animé”. Antes do advento da palavra “Anime”, o termo que significava essa entidade durante os anos 70 e 80 era a palavra Japanimation. Em meados dos anos 80, no entanto, a palavra “Anime” começou a se impor e, posteriormente, a se tornara oficial rótulo do isto tendência. o palavra Japanimation agora é usado apenas para distinguir e identificar animação japonesa.

Em escala global, os livros de “mangá”, diferentemente dos quadrinhos convencionais, não são reservados exclusivamente a um determinado grupo demográfico. Pessoas de todas as idades gostam de ler mangás. A falácia de que os gibis são imaturos demais para os adultos lerem não se aplica aos gibis japoneses.

“Mangá” é uma palavra japonesa que se refere tanto aos quadrinhos quanto aos desenhos animados. O termo “Manga” usado fora do Japão refere-se especificamente a quadrinhos, originalmente publicados no Japão.. A palavra em questão é a tradução exata de quadrinhos ou imagens caprichosas. 

Desenvolveu-se a partir de uma mistura de Ukiyo-e que é um gênero de gravuras e pinturas em xilogravura que floresceram no Japão dos séculos XVII a XIX e estilos de desenho ocidentais. Ele assumiu a forma atual logo após a Segunda Guerra Mundial.

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Benefícios da leitura de Mangá – Aumenta a criatividade, é um ótimo exercício para a mente

Em 20 anos do século 21, o meio exige um conjunto diferente de habilidades, muito mais do que a leitura de livros tradicionais. A leitura tradicional é necessária, mas o mangá desafia muito mais o seu cérebro de maneiras diferentes.  O que estimula a criatividade com uma leitura que nos prepara para multitarefas.

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Mangá beneficia também as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

A natureza multimodal do mangá pode ser a razão pela qual ajuda as pessoas com TEA. Embora não haja um único caso usual de TEA, existem dois critérios de diagnóstico:

  1. déficits na comunicação social;
  2. padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

O mangá se enquadra no segundo critério. Seu foco nas imagens e sua linguagem visual podem atrair adolescentes com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), e muitas pessoas autistas são melhores no processamento de imagens do que palavras.

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Mangá desenvolve as habilidades multimodais que ajudam as pessoas num mundo globalizado

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Aprenda a técnica correta para ler Mangá

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Vagas de emprego no Japão para estrangeiros que são fluentes na língua japonesa

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Higiene

Alcool Gel é sucesso a mais de 20 anos no Japão, China e Coreia

A melhor maneira de higienizar as mãos é o álcool em gel. o álcool gel evita 99,9% a contaminação com bactérias e víru. Deve ser usado sempre depois de ir a banheiro ou frequentar lugares públicos. Os ônibus, trens, metrôs e locais públicos são os que oferecem o maior risco de contaminação.

Colônia Japonesa

A emigração japonesa deu origem as colônias de descendentes fora do Japão

A origem das colônias japonesas fora do Japão teve início com o superpovoado do país no início século XX. O país tinha ficado isolado do Mundo durante os 265 anos do período Edo (Xogunato Tokugawa), sem guerras, epidemias trazidas do exterior ou emigração. 

O fim do Xogunato Tokugawa deu espaço para um intenso projeto de modernização e abertura para o exterior durante a era Meiji. Apesar da reforma agrária, a mecanização da agricultura desempregou milhares de camponeses.

Outros milhares de pequenos camponeses ficaram endividados ou perderam suas terras por não poderem pagar os altos impostos, que, na era Meiji, passaram a ser cobrados em dinheiro, enquanto antes eram cobrados em espécie (parte da produção agrícola).

No campo, os lavradores que não tinham tido suas terras confiscadas por falta de pagamento de impostos mal conseguiam sustentar a família. Os camponeses sem terra foram para as principais cidades, que ficaram saturadas. As oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores miseráveis.

A política emigratória colocada em prática pelo governo japonês tinha como principal objetivo aliviar as tensões sociais devido à escassez de terras cultiváveis e endividamento dos trabalhadores rurais, permitindo assim a implementação de projetos de modernização.

A partir da década de 1880, o Japão incentivou a emigração de seus habitantes por meio de contratos com outros governos. Antes do Brasil, já havia emigração de japoneses para os Estados Unidos (principalmente Havaí), Peru e México. No início do século XX, também houve grandes fluxos de emigração japonesa para colonizar os territórios recém-conquistados da Coreia e Taiwan. 

Somente no Brasil, Estados Unidos e Peru se formaram grandes colônias de descendentes de japoneses. Praticamente todos os imigrantes que formaram grandes colônias na Coreia e Taiwan retornaram ao Japão depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

Colônia Japonesa em São Paulo 

São Paulo sempre foi uma cidade de imigrantes. Há 109 anos, os japoneses chegavam ao estado para trabalhar nas lavouras de café. Desde então, a região continua recebendo orientais e mantendo tradições nipônicas. Atualmente, são cerca de 400 mil japoneses vivendo por lá. Com ideogramas japoneses nas fachadas e uma arquitetura tradicionalmente oriental, o bairro da Liberdade tem o maior reduto da colônia nipônica fora do Japão. Vale muito a pena conhecer.

Colônia Japonesa no Paraná 

A cidade de Assaí possui a maior concentração de nipo-brasileiros do Paraná. Na região, as tradições orientais são passadas de pai para filho. Desde a década de 1930, com a colonização dos japoneses, são realizados eventos como O Bon Odori – um festival de danças folclóricas; e o Tanabata – uma comemoração que ocorre na sétima noite do mês de julho. O destino é certeiro para quem é fã da cultura nipônica.

Colônia Japonesa no Pará 

A cidade de Tomé-Açu, no Nordeste do Pará, tem a terceira maior colônia japonesa do Brasil. Os primeiros imigrantes chegaram à região em 1926. Há quem considere Tomé-Açu um modelo de cidade japonesa fora do Japão.

Colônia Japonesa em Minas Gerais

As lavouras de Minas Gerais também estão entre as primeiras a receberem imigrantes japoneses. Porém, o estado nunca representou uma das maiores concentrações de nipo-brasileiros. Historicamente, a região que mais atraiu os japoneses foi o Triângulo mineiro, devido à estrada de ferro que fazia conexão com as áreas de concentração dos imigrantes em São Paulo.

Futuro do Japão

Para vislumbrar o futuro precisamos analisar as referências do passado

A população do Japão está envelhecendo. E o número de crianças vem diminuindo. Esses dois fatores afetam diretamente a economia e o futuro do país.

População do Japão em 1950

Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, o Japão viveu uma era pacífica e muitas crianças nasceram.

População do Japão em 1970

O gráfico está de lado, este é o momento em que pessoas da idade do avô e da avó que nasceram por volta de 1950 se tornaram adultos. 

População do Japão em 2000

O número de filhos nascidos vem diminui a cada ano. No geral, o número de crianças está diminuindo e o formato da pirâmide populacional está em forma de sino.

População do Japão em 2020

Estudos realizados no Japão, estima que em 2020, o número de pessoas com mais de 70 anos será maior que o número de crianças.

População do Japão em 2050

A previsão é que o Japão enfrentará uma taxa de envelhecimento sem precedentes no mundo. Em 2050, a média de idade da população será de 40 anos, espera-se que a taxa de envelhecimento seja de 40%. O formato da pirâmide populacional tornou-se um “vaso”.

A solução para o Japão é incentivar a imigração

Em abril de 2019, trabalhadores estrangeiros que adquiriram um status especial de residência criado por uma nova política do governo poderão entrar no país pela primeira vez. 

O plano tem a intenção de trazer para o Japão, 345.000 pessoas em cinco anos.

No entanto, não há dúvida de que o Japão enfrentará quedas mais graves no futuro e a aceitação de trabalhadores estrangeiros aumentará. Nesse sentido, a nova política do governo pode ser entendida como um ponto de virada histórico para o Japão.

A cultura proativa e a aceitação de recursos humanos do exterior são uma característica da história japonesa.

Mas existem inúmeras questões relacionadas à aceitação de estrangeiros, desde o conteúdo de políticas integradas, como educação e assistência médica, até o futuro do Japão. 

Cultura do Japão

A cultura japonesa é resultado das várias ondas de imigração do continente asiático e das Ilhas do Pacífico. No início seguido por uma forte influência cultural da China.

Depois seguida de um longo período de relativo isolamento do resto do mundo sob o Xogunato Tokugawa. Com a chegada dos navios negros da Era Meiji até o final do século XIX, quando passa a recebe uma enorme influência cultural estrangeira, que se torna ainda mais forte após o fim da Segunda Guerra Mundial.

O resultado foi o desenvolvimento de uma cultura distintivamente diferente do resto da Ásia. Desenvolveu-se influenciada pela Europa e pela América. Mas gerou um estilo único de artes (ikebana, origami, ukiyo-e), técnicas artesanais (bonecas, objetos lacados, cerâmica), espetáculo (dança, kabuki, noh, raku-go, Yosakoi, Bunraku), música (Sankyoku, Joruri e Taiko) e tradições (jogos, onsen, sento, cerimónia do chá), além de uma culinária única.

Atualmente o Japão é um dos maiores exportadores do mundo de cultura. Os (animes), (mangá), filmes, a cultura pop japonesa, literatura e música conquistaram popularidade em todo o mundo, e especialmente nos outros países asiáticos. A cultura japonesa dita moda e determina tendências.

Gastronomia

Gastronomia Japonesa

A culinária tradicional japonesa consiste em pratos preparados de arroz, sopa de misso (pasta de soja), peixe ou carne acompanhados de tsukemono (picles). Os temperos mais comuns na cozinha japonesa são o shoyu (molho de soja), o wasabi (raiz forte), o misso (pasta de soja), o karashi (mostarda), mirin e sake (bebida alcoólica a base de arroz) e dashi (caldo de peixe ou carne).

Pelo fato do Japão ser um país formado por ilhas, os japoneses criaram o hábito de utilizar o mar como fonte de alimento de onde retiram diversos tipos de peixes, moluscos e algas marinhas. O peixe é muito apreciado na culinária japonesa e consiste uma importante fonte de nutrição. Ele é o ingrediente fundamental no preparo de pratos típicos como o sashimi (peixe cru) e o sushi (pequenos bocados de arroz temperados com vinagre cobertos com fatias de peixe cru).

A carne foi introduzida no Japão no século 19, até então não fazia parte da dieta tradicional japonesa. Foram criados novos pratos utilizando carne bovina, suína e de frango. Atualmente, o yakitori (espetinhos de frango grelhado) são muito populares, assim como o sukiyaki que consiste em finas fatias de carne preparadas junto com verduras e tofu (queijo de soja).

Etiqueta japonesa à mesa

Um dos ítens considerados mais importantes dentro da etiqueta japonesa à mesa é a utilização correta do hashi (palitinhos).

Utilizados de forma correta, certamente você poderá saborear a culinária japonesa de forma fina e natural.

No Japão é comum cada membro da família possuir o seu próprio hashi, e nas refeições fora de casa são utilizados os waribashi (palitinhos descartáveis). Segundo a etiqueta japonesa, não se deve separar os palitinhos que, normalmente, tem uma das suas pontas grudadas, no sentido vertical, mas sim de lado.

O hashioki é um objeto pequeno que serve como descanso para palitinhos. Caso não haja um hashioki disponível na mesa é possível confeccionar um usando o próprio envelope do waribashi.

Como confeccionar um hashioki (descanso para palitinhos)

Em forma de trapézio:

1. Dobre o envelope do waribashi (palitinho descartável) em 3 partes iguais.
2. Agora dobre o lado comprido ao meio, de forma que o hashioki ganhe o forma de um telhado.
3. Faça dobras internas nas laterais a fim de que o hashioki se torne um trapézio. 

Como confeccionar um hashioki (descanso para palitinhos)

Em forma de laço:

1. Marque o comprimento de 1/3 no envelope de waribashi e dobre-o para dentro.
2. Pegue o lado mais comprido e faça uma volta a fim de fazer um laço.
3. Amarre o envelope e faça com que fique plano.

Formas de manejo deselegantes ou de mau augouro

Confira abaixo as formas de utilização que devem ser evitadas:

1. SONAE BASHI
Evite descansar o hashi verticalmente na tigela cheia de arroz.

2. WATASHI BASHI
Evite descansar o hashi horizontalmente em cima da tigela de arroz ou de qualquer outra tigela.

* Observação para os ítens (1) e (2)
Para descansar o hashi durante a refeição, utilize o hashioki (descanso para palitinhos) ou coloque somente a ponta do hashi na borda de alguma tigela pequena.

3. SASHI BASHI
Evite pegar a comida espetando o hashi .

4. HIROI BASHI
Evite passar a comida de um hashi para outro.

Viagem

Visto eletrônico para o Japão vai facilitar o turismo nas Olimpíadas de Tokyo 2020

Vai ficar mais fácil tirar o visto para o Japão! O governo japonês vai lançar um sistema de visto eletrônico (eVisa) a partir de abril de 2020. A medida pretende facilitar o turismo no país durante as Olimpíadas de Tokyo, que acontecerão entre os dias 24 de julho a 9 de agosto de 2020.

O governo ainda não publicou a lista de nacionalidades elegíveis para o visto eletrônico. Por enquanto a novidade está disponível apenas para turistas da China, o primeiro país autorizado a obter o visto online para o Japão.

A medida faz parte de um ambicioso plano do país, que pretende receber 60 milhões de visitantes estrangeiros até 2030. Para isso, o Japão vem ampliando o número de companhias aéreas low cost, fortalecendo o controle de imigração e planejando outros tipos de visto.

A exigência de visto para o Japão é motivo de reclamação constante de muitos turistas brasileiros. Vale mencionar que população de descendência japonesa no Brasil é estimada em 1,5 milhão de pessoas — a maior comunidade de japoneses fora do Japão. Desde março deste ano, turistas japoneses são isentos de visto para o Brasil.

Até o presente momento, 68 países são isentos de visto para o Japão, entre eles Argentina, México, El Salvador, Guatemala e Honduras. Mesmo que a isenção seja temporária e válida apenas para o período das Olimpíadas, a expectativa é que o Brasil seja contemplado.

Turismo

Turismo – Japão espera receber 40 milhões de turistas estrangeiros em 2020

Com a proximidade das Olimpíadas e Paraolimpíadas de Tóquio 2020 os dados compilados e os temas tratados pelo governo japonês teve como grande foco o evento esportivo e mundial.

Segundo os novos dados do governo, espera-se um total aproximado de 40 milhões de turistas em 2020, ano de realização do evento. A previsão de ganhos econômicos só com o montante que será gasto em consumo pelos turistas está sendo avaliado em 8 trilhões de ienes (R$ 276 bilhões). Além disso, prevê-se um maior fluxo de turistas em todas as regiões interioranas do Japão, o que ocasionará em um aumento de 8,4 vezes no valor investido na rede de hotelaria do país nos próximos anos.

Contudo, apesar da alta expectativa do governo japonês para o setor do turismo, nem todos os indicadores são positivos. Os gastos realizados por cada turista em 2017 decresceu em relação ao pico registrado em 2015, que foi de mais de 200 mil ienes. O resultado de 2017 ficou na casa dos 153 mil ienes. Assim como, o gasto dos turistas estrangeiros no Japão representa apenas 0,6% do PIB do país. O número é inferior ao de países como a Tailândia (12%), Espanha (4,9%) e Austrália (2,6%).

O governo japonês pretende incentivar ainda mais o consumo dos estrangeiros no país. Para isso está pensando em como oferecer novas formas de entretenimento noturno, além de novas experiências de turismo. Por outro lado, o governo está preocupado também com o impacto que o grande número de turistas pode trazer para a população local e estuda medidas para impedir o trânsito nas grandes cidades, o desrespeito as regras japonesas, entre outros.

O que você precisa saber para ir assistir as Olimpíadas de 2020 no Japão

Veja essas seis dicas e curiosidades para você curtir Tóquio durante as Olimpíadas 2020:

1. Lembre-se: Tóquio não é uma cidade
Essa é uma confusão muito frequente com relação à capital japonesa e sede das Olimpíadas 2020. Isso porque Tóquio tem uma designação bastante peculiar, sendo uma mistura de cidade com província (o equivalente aos estados no Brasil).

Na verdade, o que entendemos como Tóquio é a Região Metropolitana de Tóquio, que conta com 23 distritos autônomos (todos com status de cidade), 26 municípios primários, 5 municípios secundários e 8 vilas. Cada cidade é comandada por um prefeito eleito, enquanto quem administra toda Tóquio é um governador. A atual mandatária é Yuriko Koike, que inclusive esteve presente no encerramento das Olimpíadas no Rio.

Uma curiosidade histórica: entre 1889 e 1943, Tóquio chegou a ser uma cidade formada pelos bairros que hoje são os 23 distritos autônomos. Portanto, falar em cidade de Tóquio não está completamente errado, só que, neste caso, seria falar de um município que já não existe mais.

2. Tenha moedas em mãos
Apesar do Japão ser o país da tecnologia, muita coisa por lá ainda é feita com dinheiro vivo. Para evitar surpresas desagradáveis na hora de pagar a conta no restaurante ou na loja de conveniência, ande sempre com notas e moedas no bolso. Lembre-se apenas que a prática da gorjeta não existe no Japão — inclusive, isso pode ser considerada falta de educação.

Além disso, como as Olimpíadas 2020 vão acontecer em pleno verão nipônico, nada mais prático do que tomar um refresco gelado comprado em uma das milhares de máquinas automáticas espalhadas pelas ruas. Aliás, não é só refrigerante ou água: é possível encontrar desde máquinas de sorvete e cerveja até comida pronta para matar a fome entre uma caminhada e outra.

Caso você não queira ficar andando com muito dinheiro, uma opção é comprar um IC Card, um cartão recarregável usado tanto no metrô e no ônibus quanto como meio de pagamento em alguns estabelecimentos. A parte boa é que é possível pedir de volta o crédito não utilizado no cartão: basta ir a um local de atendimento da empresa e solicitar o reembolso.

3. Evite problemas no transporte público
Falando em metrô, já trabalhe com a ideia de que muitas estações estarão abarrotadas durante as Olimpíadas 2020. O governo estima que 10 milhões de turistas visitem o Japão durante o evento e isso certamente causará grande impacto no transporte público. Em dias normais, as estações de Tóquio recebem normalmente cerca de 20 milhões de passageiros, bastante próximo ao limite.

Por isso, não custa seguir algumas regras de etiqueta para que todos possam viajar tranquilo:

Antes de entrar no vagão, aguarde o desembarque dos passageiros junto à fila;
Deixe o celular no silencioso e nunca ouça áudios sem o fone de ouvido;
Evite conversar alto e não faça barulho que importune outros passageiros.
Em geral, os japoneses são bastante gentis e amigáveis com estrangeiros, mas também podem agir com rispidez caso tenham seu espaço pessoal invadido.

4. Tenha internet sempre à mão
Acredite: não é fácil achar um endereço em Tóquio. Para quem não é de lá, o sistema deles é quase um enigma, o que piora ainda mais sendo esta uma região urbana e superpopulosa. Nas ruas principais até existem placas com mapas que ajudam a se localizar, mas a melhor opção é adquirir um chip com internet.

Imagine que você quer conhecer um restaurante diferente, fora da rota turística, e não sabe falar nada de japonês. Ou então que você está com tempo livre e quer conhecer alguma atração nas redondezas. Ou, quem sabe, se acontece uma emergência e é preciso localizar com urgência o consulado brasileiro. Com um smartphone com internet em mãos isso não é problema.

Para ter mais comodidade, vale adquirir o chip internacional MysimTravel, que pode ser ativado no Brasil e é válido em mais 200 países. Seus chips são compatíveis com mais de 340 operadoras mundo afora e você ainda encontra planos especiais para diversos destinos, como EUA, Europa e América do Sul.

5. Sem ingressos para as Olimpíadas 2020? Sem problemas!
Os ingressos para a Olimpíadas 2020 serão vendidos a partir de meados de julho de 2019 no Brasil. Ainda não há informações sobre preços, exceto os divulgados pelo Comitê Olímpico no Japão, que variam de 2,5 mil ienes (cerca de R$ 88) até 130 mil ienes (R$ 4,6 mil), dependendo da modalidade. Mas mesmo que você não consiga nenhum ingresso, a viagem não estará perdida: Tóquio terá diversas atrações únicas durante os jogos.

A partir de abril de 2020, o evento Nippon Festival mostrará a cultura japonesa de uma maneira única para os visitantes, com shows, peças e exposições por toda a região. Além disso, organizadores prometem espalhar diversos telões pelas ruas para que todos os turistas possam torcer por seus atletas. Imperdível!

6. Não esqueça do visto
Caso você vá ao Japão para ver as Olimpíadas 2020, lembre-se que você precisará de um visto de turista. Será preciso preencher um formulário, comprovar rendimentos, ter cópias da passagem e ainda apresentar às autoridades o cronograma da viagem, do dia de entrada até a saída. Além disso, é preciso pagar uma taxa a partir de R$ 97. 

Por fim, vale citar que o governo japonês oferece isenção da taxa de visto caso o seu itinerário inclua as províncias de Miyagi, Fukushima e Iwate. A ideia do programa, que é válido até 31 de março de 2021, é incentivar a visitação da região afetada pelo acidente nuclear de 2011. Para solicitar a isenção, apresente a reserva da hospedagem e a passagem aérea ou de trem na região.

Lazer

O Drift começou como lazer e se transformou num esporte praticado em todo mundo

O Drift surgiu no Japão como forma de lazer entre os jovens que imitavam as manobras do piloto Kunimitsu Takahashi. Atualmente é um esporte praticado mundialmente.

O famoso motociclista Kunimitsu Takahashi, virou piloto de corrida e foi o principal criador das técnicas de drift na década de 1970. Isso lhe rendeu vários campeonatos e uma legião de fãs que gostaram do espetáculo de queimar os pneus nas curvas. 

Os pneus de corrida das décadas de 1960 a 1980 se prestavam a estilos de direção com um alto ângulo de derrapagem. A manobra de derrapagem nas curvas era praticada e conhecida nas provas de rally internacionais. Muitos pilotos profissionais no Japão dirigiram dessa maneira e os pilotos de rua começaram a imitá-los nas corridas ilegais.

Keiichi Tsuchiya, conhecido como o “Rei do Drift”, em japonês “Dorifuto Kingu” e em inglês “Drift King”, tornou-se particularmente interessado por técnicas de deriva de Takahashi. Tsuchiya começou a praticar suas habilidades de deriva nas estradas montanhosas do Japão e rapidamente ganhou uma reputação entre a multidão das corridas. 

Em 1987, várias revistas populares de carros e oficinas de tuning concordaram em produzir um vídeo das habilidades de deriva de Tsuchiya. O vídeo, conhecido como Pluspy, se tornou um sucesso e inspirou muitos dos condutores profissionais de deriva nos circuitos hoje. Em 1988, ao lado do fundador e editor-chefe da revista OptionDaijiro Inada, ele ajudou a organizar um dos primeiros eventos especificamente para drifting, o D1 Grand Prix. Ele também percorreu todas as curvas do circuito de Tsukuba.

Um dos primeiros eventos de drift registrados fora do Japão ocorreu em 1996, no Willow Springs Raceway, em Willow Springs , Califórnia , organizado pela revista e organização japonesa de drift, Option . Daijiro Inada (fundador do Grande Prêmio do Japão D1), o piloto de corrida de carros NHRA Funny Kenji Okazaki e Keiichi Tsuchiya fizeram demonstrações no Nissan 180SX que a revista havia trazido do Japão. Os participantes incluíram Rhys Millen e Bryan Norris. Desde então, a drift explodiu em uma forma de esporte a motor na América do Norte, Austrália, Ásia e Europa.

O drift evoluiu para um esporte competitivo, em que os motoristas competem (quase exclusivamente em carros com tração traseira) para ganhar pontos de juízes com base em vários fatores. Nos níveis mais altos da competição, o Grande Prêmio D1 no Japão foi pioneiro no esporte. Outros eventos como o Drift Games Extreme (formalmente conhecido como IDC – Irish Drift Championship) na Irlanda , Fórmula D nos Estados Unidos , Drift Allstars , Rei da Europa, Drift Masters e British Drift Championship na Europa, WDS na China, RDS na Rússia, Formula Drift Asia na Malásia / Cingapura / Tailândia / Indonésia, NZ Drift Seriesna Nova Zelândia, o Grande Prêmio da Austrália de Drifting e o Campeonato da Grã-Bretanha de Drift (Drift Wars) surgiram para expandi-lo ainda mais em um legítimo automobilismo mundial. Os motoristas dessas séries são capazes de manter seus carros derrapando por longos períodos de tempo, geralmente ligando várias curvas.

Saiba mais… clique aqui no site Fórmula Drift.

Trabalho

A China, também facilita as regras de imigração para atrair talentos estrangeiros altamente qualificados

A partir de agosto de 2019, o Ministério da Segurança Pública da China continental relaxará sua política de imigração – em uma tentativa de receber profissionais estrangeiros altamente qualificados. Também se destina a permitir que mais estrangeiros tenham a chance de se tornar residentes permanentes.

A mudança de política permitirá que talentos do exterior solicitem vistos de longo prazo. Também facilitará o lançamento de um negócio na China por empreendedores estrangeiros.

Antes dessa flexibilização das regras de visto, apenas trabalhadores estrangeiros que fizeram “contribuições importantes e extraordinárias” enquanto estavam na China ou que preenchiam uma escassez de habilidades em um setor específico podiam solicitar com êxito a residência permanente.

Indivíduos com habilidades sob demanda e também aqueles cuja renda ou tributação anual atingiram um limite específico podem solicitar residência permanente – assim como seus cônjuges e filhos menores de idade.

Os estrangeiros que mantiveram um emprego consecutivo por quatro anos e tenham residido na China por um período mínimo de seis meses por ano, com uma renda média seis vezes maior que a média em sua cidade de residência, são elegíveis para solicitar residência permanente sob a nova política.

Por exemplo, em Pequim, onde o salário médio anual em 2018 era de pouco mais de 94.000 yuan (US $ 13.700), o limite para trabalhadores estrangeiros é um salário anual de 565.548 yuan (US $ 82.200).

O alívio das restrições de vistos também permitirá que pessoas de etnia chinesa do exterior solicitem residência permanente. Indivíduos com doutorado ou que tenham trabalhado no que o ministério descreveu como “áreas-chave de desenvolvimento” por quatro anos, com uma estadia mínima de seis meses por ano, também podem solicitar residência permanente.

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O tempo é limitado para que as empresas se escondam atrás de serviços inadequados e produtos imperfeitos. As pesquisas de empresas e pessoas em mecanismos de pesquisa como o Google continuarão sendo um meio para os compradores descobrirem a verdade por trás da cópia de marketing. As opiniões dos consumidores, boas e más, moldarão o sucesso dos negócios. Pequenas empresas experientes monitorarão o que está sendo dito, usarão o feedback para melhorar e gerenciar sua reputação. Ouvir o seu cliente é mais do que um termo usado em excesso, mas faz parte da nova realidade dos negócios.

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Deixar para trás os benefícios médicos da empresa para iniciar um negócio é arriscado. Com novos programas, como as contas de poupança em saúde , a capacidade dos trabalhadores de deixar empresas e trabalhar por conta própria pode ser melhorada. Uma mudança no tratamento de doenças através da prevenção será necessária para reduzir custos e riscos no sistema atual.

Como uma caixa de leite, a utilidade do conhecimento expira com o tempo. Em qualquer campo, novas descobertas derrubam teorias para criar novas formas de pensar. No mundo dos negócios, as suposições e fatos de hoje são a velha maneira de pensar de amanhã. À medida que nosso mundo acelera na criação de conhecimento, as informações continuarão mudando.

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